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	<title>Brasileiros em Londres - A vida do imigrante em Londres &#187; imigrante</title>
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	<description>Mais um blog sobre a vida de imigrante na Inglaterra.</description>
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		<title>Reino Unido fecha as portas para imigrantes qualificados.</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 10:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
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		<description><![CDATA[De portas fechadas&#8230; No dia 24 de novembro, o anúncio de uma nova lei de imigração dividiu opiniões no parlamento inglês. Logo, a notícia ganhou espaço em jornais e nos canais de televisão e mais uma vez, a Inglaterra e os países que compõem a ilha, o tão famoso Reino Unido, fecham as suas portas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">De portas fechadas&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">No dia 24 de novembro, o anúncio de uma nova lei de imigração dividiu opiniões no parlamento inglês. Logo, a notícia ganhou espaço em jornais e nos canais de televisão e mais uma vez, a Inglaterra e os países que compõem a ilha, o tão famoso Reino Unido, fecham as suas portas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por quê motivo?</h3>
<p style="text-align: justify;">Dados oficiais estatísiticos revelaram que o número de pessoas que vieram morar no Reino Unido menos o número de pessoas que o deixaram em 2009 é igual a 196.000, e a Ministra do Interior (Home Secretary), Theresa May, quer reduzir este valor para apenas dezenas de milhares, ao invés de centenas. A medida é polêmica e diversas empresas e intituições financeiras, como bancos e outras multinacionais, expressaram a sua ira em entrevistas ao Financial Times e aos maiores jornais britânicos, dizendo que o país sofrerá com a escassez de talentos provenientes de outras partes do mundo.</p>
<h3>O que exatamente a lei institue?</h3>
<p style="text-align: justify;">Há cinco categorias de imigrantes, de acordo com as leis inglesas: trabalho de longa-duração, estudantes, trabalho temporário e visitantes, refugiados e asilados, e membros de família. A lei não pode tocar em muitas destas categorias pois  envolvem não apenas fatores econômicos, mas também direitos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhadores que necessitam de visto para morar na Inglaterra foram o alvo da reforma, que começa a ter validade a partir de abril de 2011. Atual categoria de vistos conhecida como Tier 1 (Highly Skilled Workers), baseada em pontos e não dependente de uma oferta de emprego, será extinta e vistos com estas condições serão concedidos apenas a pessoas de ‘talento extraordinário’. Os critérios para esta seleção ainda não foram divulgados mas espera-se bastante rigor, e já é notícia que este se limitará a apenas mil por ano. A ênfase é dar oportunidade àqueles que poderão contribuir com o Reino Unido nos campos acadêmicos, da arte e da ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Profissionais com graduação e oferta de emprego (Tier 2), com a intenção de viver na Inglaterra, País de Gales, Irlanda e Escócia, serão limitados a no máximo 20.700 por ano. Outra medida a ser adotada é o valor mínimo salarial para transferências para a Inglaterra de funcionários de empresas multinacionais sediados em outros países, que deverão ganhar pelo menos 40.000 Libras anuais para permanecer por mais de 1 ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Com estas medidas, a previsão é de que haja uma redução de 1/5 dos vistos concedidos a profissionais qualificados e de que profissionais ingleses tenham maiores chances de empregabilidade em tempos de crise e poucas ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Qual o impacto real?</h3>
<p style="text-align: justify;">O Reino Unido faz parte de dois blocos econômicos: a União Européia (EU) e a Área Econômica Européia (EEA). Entre os países que os compõem, há livre circulação em termos de moradia e oportunidades de emprego. Na prática, um Europeu pode mudar-se para a Inglaterra  e imediatamente ter os mesmos (ou quase os mesmos) direitos de um inglês, incluindo saúde gratuita e benefícios. O mesmo ocorre com ingleses que emigram para outros países da Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">Do total de imigrantes totalizados nos dados oficiais, 15% são ingleses retornando à sua terra natal, e 33% são cidadãos da EEA. Não há nada que o governo possa fazer para barrar esta mobilidade, por isso o foco é aqueles que não fazem parte da União Européia e que compõem metade dos imigrantes registrados em 2009. Estudantes, profissionais e membros de família estão da mira da política restritiva imigratória, e novas medias já são esperadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Escolas de Inglês e Estudantes</h3>
<p style="text-align: justify;">Sob o setor de educação internacional sopra o vento frio destas mudanças, que terão mais dificuldade em contratar professores de língua inglesa da Austrália e Nova Zelândia, por exemplo. Há também rumores de que o visto Post-Study, que dá direito a estudantes de graduação a trabalhar por dois anos após os estudos, será cancelado. Outras medidas devem conter o número de estudantes que trabalham além do limite semanal estabelecido, 10 horas, porém estas ainda não foram anunciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que todas estas restrições contribuirão de forma positiva para a recuperação econômica britânica? Será que o talento estrangeiro, a contribuição dos estudantes à sociedade e uma política de imigração flexível não são pilares que a sustentam e impulsionam?</p>
<p style="text-align: justify;">Só o tempo dirá.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto escrito por <strong>Breno Pessoa</strong>, produtor de conteúdo da <strong><a href="http://www.ef.com.br/intercambio/londres/" target="_blank">EF Londres</a>.</strong></p>
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		<title>Título de Eleitor no Estrangeiro – Como tratar?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 16:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentos em Londres]]></category>
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		<description><![CDATA[1- Quem pode fazer a inscrição eleitoral: Os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 18 anos de idade, desde que  estejam residindo no exterior, em país onde haja representação diplomática brasileira ou esteja vinculado a uma j urisdição consular. Observação: A inscrição eleitoral é facultativa para os brasileiros com idade entre 16 e 18 anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">1- Quem pode fazer a inscrição eleitoral:</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 18 anos de idade, desde que  estejam residindo no exterior, em país onde haja representação diplomática brasileira ou esteja vinculado a uma j urisdição consular.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observação:</strong> A inscrição eleitoral é facultativa para os brasileiros com idade entre 16 e 18 anos, para os maiores de 70 anos e para os analfabetos</p>
<h3 style="text-align: justify;">2- Documentos e requesitos necessarios:</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Estar apto de direitos políticos;</li>
<li>Estar em dia com o serviço militar obrigatório e não o estar prestando (exceto para quem completou 18 anos e ainda se encontra no prazo de apresentação ao órgão para alistamento militar – Res. TSE 22.097/05), exclusivamente para os do sexo masculino (nota 1);</li>
<li>Apresentação dos seguintes documentos (com cópias):</li>
<li>Documento oficial brasileiro de identificação original ou cópia autenticada ou instrumento público no qual conste: nome completo, data de nascimento, filiação, nacionalidade e naturalidade;</li>
<li>Comprovante de residência ou declaração de residência;</li>
<li>Certificado de quitação do serviço militar, para cidadãos do sexo masculino.</li>
<li>Presença do requerente no ato da inscrição, para assinatura do Requerimento de Alistamento Eleitoral &#8211; RAE (a inscrição não pode ser feita por procuração).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota 1</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">Os requerentes do sexo masculino, com 18 anos completos, deverão apresentar, no momento do alistamento, certificado de quitação com o serviço militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos termos do art. 41, § 1º, do Decreto nº 57.654, de 20 de janeirode 1966, que regulamenta a Lei do Serviço Militar, é obrigatório, para o brasileiro do sexo masculino, o alistamento até 30 de junho do ano em que completar 18 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, comparecendo à representação diplomática, eleitor com dezoito anos completos em data anterior a 30 de junho do ano em que o mesmo completou a maioridade, o CAM &#8211; Certificado de Alistamento Militar &#8211; não será exigido, uma vez que ainda não se exauriu o prazo de sua apresentação para o alistamento militar. Caso este eleitor se apresente à Justiça Eleitoral em data posterior a 30 de junho, será exigido dele o Certificado de Alistamento Militar.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3- Onde fazer:</h3>
<ul>
<li>Nas sedes das Embaixadas ou das Repartições Consulares com jurisdição sobre a localidade de sua residência ou em qualquer Cartório Eleitoral no Brasil. A Certidão de Quitação Eleitoral só será emitida após o deferimento do Requerimento de Alistamento Eleitoral – RAE, pelo juízo competente.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">4- Quando fazer:</h3>
<ul>
<li>A qualquer tempo, exceto nos 150 dias que antecedem o 1º turno das eleições, período em que o cadastro está fechado para esta operação, até após as eleições, com data de reabertura a ser definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Caso haja necessidade de algum tipo de serviço eleitoral durante o fechamento do cadastro, por exemplo, para fins de renovação do Passaporte e regularização do CPF, o eleitor poderá obter na Repartição Diplomática ou em qualquer Cartório Eleitoral uma Certidão de Cadastro Fechado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5- Como funciona o processo de requerimento?</h3>
<ul>
<li>O Requerimento de Alistamento Eleitoral – RAE, devidamente assinado pelo alistando, juntamente com a cópia da documentação exigida, será enviado para análise, via Ministério das Relações Exteriores, ao Cartório da Zona Eleitoral do Exterior, com sede em Brasília e vinculado ao TRE-DF. Se deferida a inscrição, o RAE será processado e o título eleitoral será enviado à Repartição Diplomática da jurisdição do requerente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Três países &#8216;expulsaram&#8217; mais de 20 mil brasileiros em 2006</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 11:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[deportação]]></category>
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		<description><![CDATA[A mineira de Belo Horizonte Célia*, de 48 anos, trabalhava na cozinha de um restaurante brasileiro no norte de Londres, quando oficiais de imigração fizeram uma batida para verificar a documentação dos funcionários. Foi levada com outras três pessoas para uma delegacia onde ficou três dias antes de ser deportada. O drama de Célia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mineira de Belo Horizonte Célia*, de 48 anos, trabalhava na cozinha de um restaurante brasileiro no norte de Londres, quando oficiais de imigração fizeram uma batida para verificar a documentação dos funcionários. Foi levada com outras três pessoas para uma delegacia onde ficou três dias antes de ser deportada.</p>
<p>O drama de Célia é comum a milhares de imigrantes todos os anos. A soma das estatísticas disponíveis em três dos principais destinos de brasileiros indica que pelo menos 21,9 mil foram expulsos da Grã-Bretanha, da Espanha e dos Estados Unidos em 2006. A soma inclui barrados nas fronteiras e deportados após um período de ilegalidade.</p>
<p>Metade desse total vem da Grã-Bretanha, que apresenta números anuais tanto para o total de barrados nos aeroportos quanto para o de deportados. Em 2006 (os dados mais recentes), 11,3 mil brasileiros foram mandados de volta, uma média de 31 brasileiros por dia. Desse total, 4,9 mil foram barrados nas fronteiras e 6,3 mil, deportados (cifra inclui um pequeno número que retornou voluntariamente).</p>
<p>&#8220;Eles não vão descansar enquanto não mandarem de volta todos os brasileiros ilegais que estão lá&#8221;, disse Célia, que está desempregada no Brasil, mas não pensa em se aventurar no exterior novamente depois de sua deportação em novembro de 2007.</p>
<p>Espanha</p>
<p>O número de brasileiros barrados nos aeroportos espanhóis é ainda maior do que nos aeroportos britânicos. Em 2006, a Espanha impediu a entrada de cerca de 7,7 mil brasileiros.</p>
<p>O cálculo foi feito segundo estimativa da polícia espanhola que indica que 40% dos 19,2 mil barrados no aeroporto de Barajas, a principal porta de entrada na Espanha, vêm do Brasil.</p>
<p>As estatísticas oficiais espanholas, no entanto, oferecem uma visão limitada do fenômeno, já que não há dados sobre o número de brasileiros deportados após um período na ilegalidade.</p>
<p>O número total de deportados da Espanha &#8211; que inclui todas as nacionalidades &#8211; chegou a 99,4 mil em 2006.</p>
<p>A Espanha é o único dos três países que já divulgou dados de 2007.</p>
<p>Com o endurecimento das leis em 2007 &#8211; que levou ao aumento de 62% no número de policiais nas fronteiras &#8211; a quantidade de brasileiros barrados foi ainda maior.</p>
<p>Cerca de 9,7 mil brasileiros não conseguiram entrar em território espanhol e foram enviados de volta.</p>
<p>Estados Unidos</p>
<p>Os Estados Unidos, por exigirem visto expedido no Brasil, não apresentam números expressivos de barrados em aeroportos nem divulgam tais estatísticas.</p>
<p>Fornecem apenas o total de deportados, ou seja, ilegais descobertos em território americano e expulsos do país. Em 2006, o país devolveu 2.957 brasileiros, um número muito inferior ao do ano anterior, quando 32.112 foram removidos.</p>
<p>Segundo o Centre for Immigration Studies, com sede em Washington, essa diminuição se explica, entre outros fatores, por uma nova lei mexicana, aprovada em outubro de 2005, que prevê a exigência de vistos para várias nacionalidades, entre elas a brasileira.</p>
<p>Desanimados com a nova barreira, muito brasileiros que pretendiam entrar pela fronteira mexicana nos Estados Unidos, onde frequentemente são presos e deportados, desistiram.</p>
<p>&#8220;É difícil saber por que uma certa nacionalidade apresentou uma redução tão expressiva de um ano para outro. Sabemos que o México era a principal via de acesso e supomos que o maior controle das autoridades mexicanas tenha reduzido o número de brasileiros que tentam cruzar a fronteira ilegalmente&#8221;, explicou um porta-voz à BBC Brasil.</p>
<p>Outros países europeus, como a Itália, também são conhecidos destinos de brasileiros, mas apresentam números muito inferiores de barrados ou deportados. Na Itália, por exemplo, 683 brasileiros foram barrados em portos e aeroportos do país em 2006. O país também não fornece o número de deportados brasileiros.</p>
<p>Motivação</p>
<p>Apesar dos riscos, milhares de brasileiros continuam deixando o país. O maior controle faz imigrantes em potencial apenas buscarem portas de entrada consideradas &#8220;mais abertas&#8221;, segundo especialistas no tema.</p>
<p>Para Gláucia Assis, pesquisadora especialista em imigração da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc), o que impulsiona esses brasileiros continua sendo a busca por uma vida melhor, conceito que tem ganhado diferentes aplicações com o passar dos anos.</p>
<p>&#8220;Nos anos 80, por exemplo, o Brasil estava imerso numa crise econômica. Hoje, não estamos em crise e muitos migrantes não deixam o Brasil porque estão desempregados&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Preferem o subemprego em Londres ao subemprego em São Paulo&#8221;, resumiu Assis.</p>
<p>Mesmo os trabalhos que não exigem qualificação nos países desenvolvidos permitem que esses imigrantes tenham acesso ao mundo do consumo. &#8220;Podem não ter documentos, mas passam a ter uma espécie &#8216;cidadania do consumo&#8217;, algo que lhes falta no Brasil&#8221;, conclui.</p>
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