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	<title>Brasileiros em Londres - A vida do imigrante em Londres &#187; Saúde na Inglaterra</title>
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	<description>Mais um blog sobre a vida de imigrante na Inglaterra.</description>
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		<title>Brasileira Presa Na Inglaterra</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 10:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde na Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Imigrante]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava arrumando as coisas por aqui e no meio de revistas velhas encon...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava arrumando as coisas por aqui e no meio de revistas velhas encontrei essa reportagem do ano passado, é velho eu sei, mas acho que vale a pena publicar para o pessoal saber que nem tudo é maravilha na terra da rainha.</p>
<p>É uma reportagem da revista Real de Janeiro/2008.</p>
<p>A Real entrevistou com exclusividade uma brasileira condenada por tráfico de drogas e presa na cadeia de Morton Hall, em Lincoln. Em março, ela termina de cumprir sua pena e será deportada para o Brasil.</p>
<p>A oportunidade de ganhar um bom dinheiro numa única viagem à Inglaterra e resolver problemas financeiros foi a motivação de Bia (nome fictício), 51 anos, para aceitar a oferta. Mesmo com medo, ela decidiu correr o risco pensando nas 10 mil libras que receberia. No entanto, o plano deu errado e ela cumpre, desde o dia 16 de julho de 2005, sua pena na cadeia de Morton Hall, em Lincoln, por tentar entrar no Reino Unido com um quilo de cocaína na bagagem.</p>
<p>Condenada a 6 anos de prisão em setembro de 2005, Bia foi beneficiada por uma lei britânica, que permite ao réu cumprir metade da sentença menos quatro meses e meio, o que significa que no próximo dia 3 de março ela encerrará a pior fase de sua vida, quando será deportada de volta ao Brasil. Nunca um ano novo foi tão esperado como este 2008: o ano da liberdade.</p>
<p>Segundo o Consulado Brasileiro, 90 brasileiros estão presos hoje em cadeias no Reino Unido, a maioria deles por tráfico de drogas ou por falsificação de documentos. Aos patrícios que acham que vale a pena correr o risco de ser “mula”, gíria usada no mundo do crime para quem transporta drogas, Bia manda o seu recado: “Nenhuma quantia, maior que seja, vale o direito de ter a liberdade sem regras.”</p>
<p><strong>Real </strong>- Como era a sua vida no Brasil antes de vir para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Vivia em São Paulo, onde nasci, com minha mãe, meus dois irmãos e meu filho. Meu pai faleceu há 13 anos. Sou formada em Pedagogia e trabalhava em uma escola com crianças de 1 a 6 anos de idade. Trabalhei lá de 2000 a 2003 e foi um período muito bom, mas a escola faliu e tivemos que fechar as portas.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- O que a levou a correr o risco de participar de um esquema internacional de tráfico de drogas?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Estava desempregada e procurando emprego mais ou menos durante dois anos, até janeiro de 2005, quando conheci, através de uma amiga, um pessoal que mexia com drogas. Eles me mostraram qual era a estratégia para trazer a droga até a Inglaterra. Não aceitei de cara não, pedi um mês para pensar. Mas as minhas dívidas iam acumulando e de repente apareceu a oportunidadepara eu e minha amiga comprarmos uma escola montada com 80 alunos fixos. Pedi a ela dois meses de prazo. Eu teria que entrar com R$ 10 mil e minha amiga com outros R$ 10 mil. Melhor oportunidade impossível! Foi quando aceitei trazer a droga para eles. Não foi fácil aceitar e trazer a droga, mas com todo medo aceitei, mas jurei que seria a primeira e última vez!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Quanto você receberia pela operação e o que você teria que trazer para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Eu traria um quilo de cocaína e receberia £ 10 mil, daria em torno de R$ 40 mil!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- O seu contato na Inglaterra seria brasileiro ou estrangeiro?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Nigeriano.</em></p>
<p><strong>Real </strong>- Algum amigo ou conhecido já participara desse esquema antes?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Ninguém que eu conheça fazia este esquema antes. Eu fiquei sabendo através de um amigo e uma amiga que conheciam este pessoal, mas eles próprios nunca fizeram. Eles apenas apresentavam as pessoas e ganhavam 500 libras.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Você contou o que faria para alguém no Brasil antes de vir para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Não contei para ninguém, nem para minha família.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Você já havia saído do Brasil antes de vir para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Eu havia saído do Brasil para passear na Espanha, fiquei dois meses em Málaga.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Me conte o que aconteceu quando você chegou ao aeroporto. Como e quando foi a sua prisão?<br />
<strong>Bia</strong>:<em> Bom, quando cheguei ao aeroporto fiquei em uma fila da imigração. Quando chegou a minha vez me conseguiram um intérprete português. Me fizeram muitas perguntas e eu respondi todas friamente, pois sabia que não podia falhar. Depois de um tempo um agente pediu que eu o acompanhasse para checar minha mala, meu corpo e fazer um teste de xixi. Aí eu sabia o que aconteceria. Eu fui presa no dia 16 de julho de 2005.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Quem foi a primeira pessoa que você contatou após ser presa?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>A primeira pessoa com que eu falei foi a minha mãe.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Você teve alguma ajuda da Embaixada ou do Consulado brasileiro em Londres desde o ocorrido? Você tem advogado?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Advogado eu não tenho, aqui eles ofereceram um, mas depois da minha sentença, ele nunca mais me procurou. Quanto a Embaixada, sempre que peço, eles me ajudam me enviando roupas de frio e algumas revistas.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Como você foi tratada pela polícia inglesa? Houve algum excesso por parte da polícia no seu interrogatório ou depois, na prisão?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Não posso reclamar, pois me trataram muito bem, creio que os oficiais ingleses são todos muito humanos.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Quando foi o seu julgamento e que pena você terá que cumprir?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>O meu julgamento foi em 30 de setembro de 2005 e recebi uma sentença de seis anos. Mas aqui (na Inglaterra) tem uma lei que você cumpre somente metade da sentença menos quatro meses e meio e é deportado para o seu país. Então minha sentença termina em 3 de março de 2008, graças a Deus, ufa!</em></p>
<p><strong>Real </strong>- Qual foi o período mais difícil nesses mais de dois anos presa?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Foram os seis primeiros meses, pois é muito estranho, quase ninguém fala a sua língua. Nos seis primeiros meses fiquei perdida, mas depois a gente se acostuma e creio que vou sentir um pouco de saudades, pois vou deixar várias amigas aqui.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Como é a sua rotina na cadeia? Você fez amizades? Estuda? Como faz para passar o tempo?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Fiz muitas amizades, eu estudo e trabalho no restaurante. Aqui para mim não é rotina, pois a gym (academia) oferece vários tipos de esportes, aeróbica, jazz e exercícios físicos. Esta prisão é “semi-open”, não existem celas. Cada uma de nós tem um quarto grande com banheiro e chuveiro, temos TV 14 polegadas e armário embutido na parede. Eu tenho rádio com cassete, CD e DVD. Nenhuma presa divide o quarto com outra. Aqui somos 320 mulheres de toda parte do mundo.</em></p>
<p><strong>Real </strong>– Você tem acesso às notícias do Brasil? Tem acesso à internet?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Tenho acesso a notícias do Brasil só quando o Consulado ou vocês me mandam revista. Não temos acesso à internet.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Você recebeu visitas de amigos ou familiares durante esse período na cadeia?<br />
<strong>Bia</strong>:<em> Nunca recebi visitas de amigos nem da família, bem que gostaria!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Depois que cumprir a pena, você será deportada para o Brasil. O que pensa sobre o seu futuro?<br />
<strong>Bia</strong>:<em> Bom, quanto ao meu futuro não sei, pois agora vou chegar mais endividada ao Brasil e só peço a Deus todos os dias que me abra uma porta para um trabalho, realmente não sei o que fazer!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Tem medo de ser discriminada no Brasil por pessoas que conhecem a sua história?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Medo de ser discriminada não! Pois pretendo explicar a todos que as prisões aqui são bem diferentes que as do Brasil! E para comprovar vou levando rádio, DVD, roupas diferentes e principalmente dois certificados que tenho!!! Um de inglês e outro de matemática. E estou tentando o certificado de “Level 1 English” (Inglês nível 1) que talvez eu consiga terminar em fevereiro. Aqui eu tirei o máximo de proveito, aprendi culturas diferentes, costumes, danças e creio que de alguma forma eu adquiri experiência de vida!!!</em></p>
<p><strong>Real </strong>- O que você diria às pessoas que estão em dificuldade financeira e pensam em se arriscar para ganhar “dinheiro fácil”?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Eu digo para que não façam isto, pois nenhum dinheiro do mundo vale a nossa liberdade. E quando se faz uma loucura dessa, fazemos sofrer todos aqueles que nos amam, pois só eu sei o quanto sofre a minha mãe, meu filho e meus irmãos.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Qual o seu maior sonho hoje?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>O meu maior sonho é terminar a minha sentença, voltar pra minha família, esquecer o ontem e procurar viver dignamente o amanhã, pois nenhuma quantia, maior que seja, vale o direito de ter a liberdade sem regras.</em></p>
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		<title>O direito à saúde no Reino Unido</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 15:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde na Inglaterra]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Como é que funciona o sistema de saúde no Reino Unido? Todos têm direito de serem atendidos? E os imigranes ilegais? Também têm algum direito ao atendimento médico? Ao que tudo indica, a falta de informação e o medo levaram recentementeum brasileiro a morte, causando dor e preocupação à comunidade brasileira. Segue abaixo um reportagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como é que funciona o sistema de saúde no Reino Unido? Todos têm direito de serem atendidos? E os imigranes ilegais? Também têm algum direito ao atendimento médico? Ao que tudo indica, a falta de informação e o medo levaram recentementeum brasileiro a morte, causando dor e preocupação à comunidade brasileira. Segue abaixo um reportagem publicada pela revista VERBO.<span id="more-45"></span></p>
<p>No dia 31 de março passado, o brasileiro Marley José de Oliveira Borges, de 36 anos, foi encontrado morto em seu quarto , no bairro de Harlesden. Segundo o laudo médico, ele morreu depois de sofrer um ataque epilético. Borges sofria dessa doença hávia muitos anos e estava aguardando por remédios que só chegaram do Brasil um dia após sua morte. &#8220;Foi uma morte absurda. Se esse rapaz tivesse procurado um hopital talvez ainda estivesse vivo hoje&#8221;, alertou Carlos Mellinger, presidente da ABRAS &#8211; Associação Brasileira no reino Unido.</p>
<p>Segundo Mellinger,, muitos brasileiros ficam com medo do que ele chamou de &#8220;terrorismo brasileiro&#8221;, onde as pessoas são desistimuladas e amedrontada por outros brasileiros a procurar ajuda, inclusive médica. &#8220;As pessoas ouvem de outros brasileiros que o GP e os hospitais chamam a imigração&#8221;, denunciou ele. &#8220;A falta de informação, aliada ao medo, é um problema sério&#8221; , ressaltou Carlos Mellinger. Comono último dia 30 de abril, quando um brasileiro que esteve na sede da ABRAS com muita febre e alto nível de açucar no sangue e n\ão queira ir ao hospital. &#8220;Ele estava muito mal mesmo e não queria que nós chamassemos a ambulância para levá-lo ao hospital. Estava com medo de ser deportado e só foi depois que o convencí de que não haveria problema algum&#8221;.</p>
<h3>Opções de ajuda</h3>
<p>Muitas pessoas não sabem que obter tratamento médico de emergência no reino Unido independe de se ter um visto válido ou não. Os hospitais possuem atendimento de emergência totalmente gratuito para todas as pessoas, independente da sua situação com a imigração ou tempo de permanência no país. Há ainda um amplo serviço de tradutores no NHS, mas muitas vezes não estão disponíveis de imediato nos hospitais. Por isso, o paciente que não fala inglês deve tentar levar alguém para ajudá-lo a se comunicar no hospital.</p>
<p>Dra. Rosana Marques, especialista em nefrologia pediátrica e ex-diretora do Hospital Infantil Darcy Vargas em São Pauulok acredita que a falta de informação contribui para que as pessoas não tenham a ajuda médica necessária e aconcelha as pessoas a utilizarem tanto a mídia impressa como a internet como canal de informação.</p>
<p>&#8220;O brasileiro ainda não esta acostumado a utilizar as informações que estaão facilmente acessíveis, e isso precisa mudar. Muitos serviços de de saúde oferecem inclusive o tradutor&#8221;. Segundo ela, a maior reclamação da comunidade brasileira é em relação ao método de atendimento dos médicos. &#8220;O atendimento médico aqui é muito diferente daquele que as pessoas recebem no Brasil. Não há aquele calor humano que os brasileiros estão acostumados a receber&#8221;", relatou a médica brasileira.</p>
<p>&#8220;Eu estive doente aqui, fui atendida no hospital e fiquei internada. Naquela época tinha visto de turista. Passado cinco anos, hoje estou matriculada no GP e recebo meus remédios de graça@, falou a brasileira A.Santos, que teve pronto atendimento em Londres, mesmo sendo turista. Para Santos, a organização dos GP&#8217;s e hospitais são o ponto forte no atendimento na Inglaterra. &#8220;A única coisa que é um pouco estranho é o contato com o médico que não transmite muita segurança, talvez pela maneira fira do atendimento&#8221;, completa.</p>
<p>&#8220;Quem está legal no país não tterá problema algum para ser atendido nos hospitais ou mesmo se registrar no GP (General Pratice). Os brasileiros e outros imigrantes ilegais encontram mais dificuldades, mas conseguem ser atendidos nas emergências&#8221;, orientou a médica brasileira. Segundo a dra. Marques, os brasileiros com ou sem visto, quando chegam a qualquer hospital no reino Unido são questinonados se possuem o Registro no General Pratice e são avaliados para saber se há ou não necessidade do paciente ser consultado pelo médico. Um alerta feito pela médica em relação às pessoas que estão com visto de turista válido é de que &#8220;as autoridades aconselham que os turistas tenham um seguro de viagem&#8221;.</p>
<p>Se o seu problema médico for considerado grave, precisar de internação e você não tiver um visto de residência no Reino Unido, provavelmente você precisará pagar por todos os serviços prestados a partir da internação no hospital. É o caso de uma brasileira que foi atropelada na saída de um bar brasileiro em Londres no inicio deste ano. Ela ficou internada por muitas semanas. &#8220;A conta dela ficou em trinta e oito mil libras. Mas como há o contato com a pessoa que a atropelou, essa pessoa terá que pagar tudo através do seguro do automóvel&#8221;, contou Carlo Mellinger.</p>
<p>Para que o serviço Nacional de Saúde (NHS) seja totalmente gratuito é necessária uma combinação de fatores como o visto atual do imigrante, seu tempo de residência e a natureza do tratamento requerido. Mesmo para a grande maioria dos residentes, alguns serviços não são completamente gratuitos, como por exemplo, o tratamento dentário, a quem o usuário deve pagar parte do custo do tratamento.</p>
<p>Uma médica britânica que trabalha no departamento geriátrico do Hospital Royal Free, ao norte de Londres, disse que &#8220;é muito triste saber que as pessoas estão morrendo por desinformação, pois as emerg6encias dos hospitais têm que atender a todas as pessoas, independente da sua situação migratória&#8221;, disse a médica, que falou extra-oficialmente e por isso não tem seu nome aqui revelado.</p>
<p>Segundo ela, os Walk-in Centres são ótimas opções para quem tem receio por não ter visto. &#8220;ninguém vai te pedir o passaporte e se voc6e não fala inglês, ainda providenciarão um tradutor se for necessário&#8221;.</p>
<p>Tem acesso gratuito ao NHS:</p>
<ul>
<li>Residentes legais com residência permanente;</li>
<li>Refugiados;</li>
<li>Estudantes com, no mínimo, seis meses de estada no país;</li>
<li>Solicitantes de asilo e</li>
<li>Pessoas com permissão de trabalho</li>
</ul>
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		<title>Saúde na Inglaterra.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 10:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde na Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[GP]]></category>
		<category><![CDATA[Médico de familia]]></category>
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		<description><![CDATA[Parece brincadeira, mas depender da medicina no Reino Unido pode parecer um verdadeiro pesadelo, apesar de primeiro mundo eles tem um jeito um bocado diferente de lidar com as coisas. Uma vez uma colega minha torceu o tornozelo e pediu me para leva-la até o hospital. Ela mal podia colocar o pé no chão de tanta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece brincadeira, mas depender da medicina no Reino Unido pode parecer um verdadeiro pesadelo, apesar de primeiro mundo eles tem um jeito um bocado diferente de lidar com as coisas. Uma vez uma colega minha torceu o tornozelo e pediu me para leva-la até o hospital. Ela mal podia colocar o pé no chão de tanta dor que sentia, chegando no médico ele apenas deu uma olhada e disse &#8221;Anda bastante que quando o sangue aquece passa a dor&#8221; e nos mandou embora e nem sequer se deu ao trabalho de tirar uma radiografia.</p>
<p>Mas fora isso o atendimendo aqui é de primeiro mundo, temos acesso a alta técnologia e excelentes hospitais.</p>
<p>Para ter direito a atendimento é necessário estar registrado no GP (médico de familia) mas próximo de sua residência, para se registrar no GP é fácil e não é necessário possuir visto.</p>
<p> </p>
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