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	<title>Brasileiros em Londres - A vida do imigrante em Londres &#187; Imigração na inglaterra</title>
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	<description>Mais um blog sobre a vida de imigrante na Inglaterra.</description>
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		<title>Reino Unido fecha as portas para imigrantes qualificados.</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 10:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
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		<description><![CDATA[De portas fechadas&#8230; No dia 24 de novembro, o anúncio de uma nova lei de imigração dividiu opiniões no parlamento inglês. Logo, a notícia ganhou espaço em jornais e nos canais de televisão e mais uma vez, a Inglaterra e os países que compõem a ilha, o tão famoso Reino Unido, fecham as suas portas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">De portas fechadas&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">No dia 24 de novembro, o anúncio de uma nova lei de imigração dividiu opiniões no parlamento inglês. Logo, a notícia ganhou espaço em jornais e nos canais de televisão e mais uma vez, a Inglaterra e os países que compõem a ilha, o tão famoso Reino Unido, fecham as suas portas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por quê motivo?</h3>
<p style="text-align: justify;">Dados oficiais estatísiticos revelaram que o número de pessoas que vieram morar no Reino Unido menos o número de pessoas que o deixaram em 2009 é igual a 196.000, e a Ministra do Interior (Home Secretary), Theresa May, quer reduzir este valor para apenas dezenas de milhares, ao invés de centenas. A medida é polêmica e diversas empresas e intituições financeiras, como bancos e outras multinacionais, expressaram a sua ira em entrevistas ao Financial Times e aos maiores jornais britânicos, dizendo que o país sofrerá com a escassez de talentos provenientes de outras partes do mundo.</p>
<h3>O que exatamente a lei institue?</h3>
<p style="text-align: justify;">Há cinco categorias de imigrantes, de acordo com as leis inglesas: trabalho de longa-duração, estudantes, trabalho temporário e visitantes, refugiados e asilados, e membros de família. A lei não pode tocar em muitas destas categorias pois  envolvem não apenas fatores econômicos, mas também direitos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhadores que necessitam de visto para morar na Inglaterra foram o alvo da reforma, que começa a ter validade a partir de abril de 2011. Atual categoria de vistos conhecida como Tier 1 (Highly Skilled Workers), baseada em pontos e não dependente de uma oferta de emprego, será extinta e vistos com estas condições serão concedidos apenas a pessoas de ‘talento extraordinário’. Os critérios para esta seleção ainda não foram divulgados mas espera-se bastante rigor, e já é notícia que este se limitará a apenas mil por ano. A ênfase é dar oportunidade àqueles que poderão contribuir com o Reino Unido nos campos acadêmicos, da arte e da ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Profissionais com graduação e oferta de emprego (Tier 2), com a intenção de viver na Inglaterra, País de Gales, Irlanda e Escócia, serão limitados a no máximo 20.700 por ano. Outra medida a ser adotada é o valor mínimo salarial para transferências para a Inglaterra de funcionários de empresas multinacionais sediados em outros países, que deverão ganhar pelo menos 40.000 Libras anuais para permanecer por mais de 1 ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Com estas medidas, a previsão é de que haja uma redução de 1/5 dos vistos concedidos a profissionais qualificados e de que profissionais ingleses tenham maiores chances de empregabilidade em tempos de crise e poucas ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Qual o impacto real?</h3>
<p style="text-align: justify;">O Reino Unido faz parte de dois blocos econômicos: a União Européia (EU) e a Área Econômica Européia (EEA). Entre os países que os compõem, há livre circulação em termos de moradia e oportunidades de emprego. Na prática, um Europeu pode mudar-se para a Inglaterra  e imediatamente ter os mesmos (ou quase os mesmos) direitos de um inglês, incluindo saúde gratuita e benefícios. O mesmo ocorre com ingleses que emigram para outros países da Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">Do total de imigrantes totalizados nos dados oficiais, 15% são ingleses retornando à sua terra natal, e 33% são cidadãos da EEA. Não há nada que o governo possa fazer para barrar esta mobilidade, por isso o foco é aqueles que não fazem parte da União Européia e que compõem metade dos imigrantes registrados em 2009. Estudantes, profissionais e membros de família estão da mira da política restritiva imigratória, e novas medias já são esperadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Escolas de Inglês e Estudantes</h3>
<p style="text-align: justify;">Sob o setor de educação internacional sopra o vento frio destas mudanças, que terão mais dificuldade em contratar professores de língua inglesa da Austrália e Nova Zelândia, por exemplo. Há também rumores de que o visto Post-Study, que dá direito a estudantes de graduação a trabalhar por dois anos após os estudos, será cancelado. Outras medidas devem conter o número de estudantes que trabalham além do limite semanal estabelecido, 10 horas, porém estas ainda não foram anunciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que todas estas restrições contribuirão de forma positiva para a recuperação econômica britânica? Será que o talento estrangeiro, a contribuição dos estudantes à sociedade e uma política de imigração flexível não são pilares que a sustentam e impulsionam?</p>
<p style="text-align: justify;">Só o tempo dirá.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto escrito por <strong>Breno Pessoa</strong>, produtor de conteúdo da <strong><a href="http://www.ef.com.br/intercambio/londres/" target="_blank">EF Londres</a>.</strong></p>
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		<title>Humilhação e Preconceito</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 10:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros deportados]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Inglaterra]]></category>

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		<description><![CDATA[Inconformada com o tratamento recebido pela imigração espanhola, que a impediu de seguir viagem para Portugal onde participaria de um congresso, a mestranda em física da Universidade de São Paulo (USP), Patrícia Camargo Magalhães resolveu levar o seu caso para a imprensa nacional. O fato aconteceu em fevereiro e a história ganhou tanta repercussão que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inconformada com o tratamento recebido pela imigração espanhola, que a impediu de seguir viagem para Portugal onde participaria de um congresso, a mestranda em física da Universidade de São Paulo (USP), Patrícia Camargo Magalhães resolveu levar o seu caso para a imprensa nacional.</p>
<p>O fato aconteceu em fevereiro e a história ganhou tanta repercussão que logo começaram a surgir outras denúncias de recusas, maus tratos e humilhação contra os fiscais de imigração nos aeroportos espanhóis. Dados divulgados pela Embaixada do Brasil em Madrid indicam que, só no mês de fevereiro deste ano, 452 brasileiros foram impedidos de entrar na Espanha. Desde o início do ano foram cerca de 800 brasileiros. No ano passado, 2007, foram mais de 3 mil.</p>
<p>Os imigrantes que moram na Europa sabem que essa não é uma realidade particularmente espanhola. Dados da Agência da Europa para Fronteiras (Frontex) revelam que em 2007 o Brasil foi o segundo país latino-americano que mais teve deportações na Europa, ficando atrás apenas da Bolívia. Um alto funcionário de uma companhia aérea, que faz vôos entre o Brasil e o Velho Continente, contou que a situação é mais séria do que está sendo mostrada. Segundo ele, há dias que são obrigados a reembarcar mais de 20 brasileiros que têm entrada negada no principal aeroporto de Londres, Heatrow.</p>
<p>De acordo com relatos do funcionário, quando se trata de crianças é muito deprimente. Geralmente elas vêm com o intuito de visitar os pais que moram no Reino Unido. Psicólogos alertam que essa experiência negativa pode deixar qualquer criança ou adolescente traumatizado. Foi o que aconteceu com as filhas da estudante M.F.S, que foram repatriadas no início deste ano quando vieram visitar os país que moram há três anos na capital inglesa. &#8220;Queríamos dar a elas a oportunidade de conhecerem a Europa antes de retornarmos ao Brasil, ao final deste ano, mas o que conseguimos foi só frustração, tristeza e deixá-las traumatizadas.</p>
<p>Não querem nem ouvir falar em Inglaterra&#8221;, contou a mãe das adolescentes de 13 e 16 anos. Uma informação curiosa que obtivemos foi que as empresas aéreas arcam com as despesas dos passageiros que têm seu visto recusado no país. Eles pagam uma taxa pelo tempo de permanência que a pessoa fica em solo aguardando novo embarque. Por exemplo, se o passageiro recusado esperar 8 horas para ser embarcado, a empresa pagará pelas 8 horas em que ele ficou em terra aguardando o embarque. Se ela for removida para o centro de detenção a despesa também é por conta da companhia.</p>
<p>Ainda, qualquer alimentação, água, suco, sanduíche, que seja oferecida à pessoa será custeada pela empresa aérea. Assim como Inglaterra e Espanha, compatriotas estão sendo recusados, de forma constante e arbitrária, em destinos com grande concentração de imigrantes brasileiros como França, Bélgica, Itália, entre outros países. Segundo a Frontex, as recusas em excesso não são apenas uma ação da Espanha contra a imigração nem uma política isolada de Madri. Fazem parte de uma diretriz de toda a Comunidade Européia para lidar com a questão da chegada de estrangeiros na região. Ainda de acordo com a Frontex, o bloco também negocia medidas para tornar ainda mais difícil a entrada de estrangeiros em qualquer dos aeroportos e portos dos 27 países da União a partir deste ano.</p>
<p>Dados do Itamaraty revelam que em 2006 a média de recusa de brasileiros no aeroporto Madri-Barajas era de 20 por mês. Em 2007 esse número subiu para 261 por mês. Nos dois primeiros meses deste ano os números subiram ainda mais. Em Janeiro foram impedidos de entrar na Espanha 300 brasileiros e em fevereiro 452 foram mandados de volta ao Brasil. Espanha não reconhece erro Em audiência na Câmara dos Deputados, em Brasília, o Embaixador da Espanha no Brasil, Ricardo Peidró, disse a deputados e senadores que não pediria desculpas pelas recusas de alguns estudantes impedidos de entrar na Espanha ou seguir viagem para outros países europeus, porque não houve erro. Ele usou as mesmas justificativas das autoridades de Barajas, a &#8220;falta de documentação&#8221;, para explicar o caso. &#8220;Soa ridículo as afirmações do Embaixador Espanhol. Para exemplificar, cito caso que ganhou destaque entre muitos outros de tratamento degradante.</p>
<p>O que vitimou a pesquisadora Patrícia Camargo Magalhães, que antes de ser sumariamente deportada, esta cidadã amargou três dias de prisão no aeroporto de Madrid, confinada numa saleta de 9 x 2m, junto a 30 pessoas originárias de países latino-americanos e africanos, todos obrigados a dormir e alimentar-se no chão, por causa da superlotação, privados de objetos de higiene pessoal, como escova de dente e de medicamentos, inclusive de uso contínuo&#8221;, nos contou o deputado federal Pompeo de Mattos (PDT/RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias-CDHM, da Câmara. Em entrevista à Brasil Etc. o deputado citou ainda o caso de outra cidadã brasileira, Elisabete de Souza Roberto. Ela viveu um drama quando decidiu visitar as irmãs que vivem legalmente na Espanha. Ao chegar, foi detida juntamente com a filha de 17 meses de idade. Permaneceu em condições degradantes, tendo sido privada inclusive de medicamentos e dos alimentos da filha, que só teve autorização para ser alimentada somente algumas horas depois.</p>
<p>A repatriação de brasileiros nos aeroportos espanhóis e as humilhações sofridas pelos mesmos, causaram certo desconforto diplomático entre os governos de Brasil e Espanha. Tanto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ordenou à Polícia Federal que desse aos espanhóis o mesmo tratamento que os brasileiros estavam recebendo. Em março alguns espanhóis e turistas de outras nacionalidades foram recusados em solo brasileiro. Todavia, esse número é algo irrisório e não chega perto dos índices de recusas astronômicas, feitas pelo governo espanhol. Segundo a Embratur, em 2006 o Brasil recebeu nada menos que 212 mil espanhóis contra apenas161 mil brasileiros que fizeram o caminho contrário.</p>
<p>O governo brasileiro só começou a tomar decisões mais firmes quanto à questão imigratória depois que Patrícia Magalhães acionou o Itamaraty cobrando do governo resposta para uma suposta omissão do Consulado brasileiro em Madri no caso dela. A estudante também entrou com recurso administrativo no Consulado da Espanha em São Paulo para que seja retirado do seu passaporte e também dos registros da União Européia (UE) a recusa de entrada no país. Após o &#8220;Caso Patrícia&#8221;, a mídia nacional bombardeou o País, nas últimas semanas, com índices que comprovam o crescente número de recusas de brasileiros na imigração espanhola, a qual Patrícia Magalhães definiu como um verdadeiro &#8220;terrorismo psicológico&#8221;.</p>
<p>Os espanhóis garantem que não existe qualquer tipo de preconceito contra brasileiros. Autoridades espanholas deixaram claro que o país cumpre em suas fronteiras normas européias determinadas pelo acordo de Schengen &#8220;leia mais ao lado&#8221;, do qual fazem parte todos os países da União Européia (UE) com algumas exceções. O governo espanhol afirmou estar sofrendo fortes pressões da UE para guardar melhor suas fronteiras, uma vez que, a Espanha se tornou um portal de entrada para imigrantes ilegais na Europa. Em entrevista à Brasil Etc, o deputado federal Pompeo de Mattos (PDT/RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias-CDHM da Câmara, disse que a forma como brasileiras e brasileiros têm sido tratados nos aeroportos espanhóis, &#8211; baseando-se em numerosas denúncias-, não deixa dúvidas sobre o preconceito e a discriminação, o que afronta a Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados internacionais.</p>
<p>Os deputados aproveitaram, a recente, visita ao Brasil do Embaixador da União Européia, João Pacheco, para entregar documento de apelo às autoridades da União Européia, para que criem meios de assegurar que a implementação de suas medidas de controle de imigração e acesso de estrangeiros transcorram nos limites dos instrumentos internacionais de direitos humanos. Segundo o deputado Pompeo de Matos, o embaixador comprometeu-se em encaminhar o documento à Secretaria-Geral da União Européia e à Comissão de Direitos Humanos do Parlamento Europeu. &#8220;Compreendemos as necessidades da Europa e da Espanha, particularmente, no controle de imigração, mas criticamos os abusos na implementação dessas medidas, pois algumas delas violam os direitos humanos, e esses são direitos sem fronteira, são universais&#8221;, disse o deputado Mattos em entrevista para a Brasil Etc. Ele ressaltou ainda, que a Espanha pode escolher os brasileiros que entram no seu território, mas não pode maltratar esses brasileiros por não preencherem critérios. A reclamação entregue pela comissão tem 8 páginas, e adverte que a CDH passará a acompanhar, de forma mais sistemática, o tratamento atribuído aos brasileiros nos aeroportos da Espanha, no sentido de verificar a eventual necessidade de proposição de outras medidas nos organismos internacionais apropriados. Entenda o acordo de Schengen O acordo de Schengen surgiu em junho de 1985, de um tratado entre Bélgica, França, Luxemburgo e Países Baixos com o objetivo de suprimir gradualmente os controles nas fronteiras comuns e instaurar um regime de livre circulação para todos os nacionais dos Estados signatários, dos outros Estados da Comunidade ou de países terceiros. Mais tarde Schengen foi incorporado à União Européia, com algumas exceções como é o caso do Reino Unido e Irlanda. As medidas relativas ao Espaço Schengen prevêem a abolição dos controles nas fronteiras internas dos Estados Membros. Ele estabelece regras comuns para os controles de fronteiras externas e definem política comum em matéria de vistos. Os países membros (Espanha, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Finlândia, Grécia, Itália, Islândia, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Portugal, Suíça, Suécia, Malta, República Tcheca, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Hungria, Eslováquia e Eslovênia) também possuem um banco de dados em comum com o qual conseguem trocar informações sobre passageiros que representem risco.</p>
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		<title>Preconceito existe sim, sofro cada vez que passo pela imigração</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 17:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria extraida da revista Brasil etc. A empresária Mônica, que mora na Inglaterra há quase 10 anos e viaja constantemente por causa do trabalho, conta de forma clara que existe preconceito contra brasileiro. Segundo ela, os europeus, de uma forma geral, vêem os imigrantes do Brasil como favelados e sem condições financeiras para fazer turismo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Matéria extraida da revista Brasil etc.</strong></p>
<p>A empresária Mônica, que mora na Inglaterra há quase 10 anos e viaja constantemente por causa do trabalho, conta de forma clara que existe preconceito contra brasileiro. Segundo ela, os europeus, de uma forma geral, vêem os imigrantes do Brasil como favelados e sem condições financeiras para fazer turismo. No depoimento a seguir, ela conta um pouco de suas desagradáveis aventuras pelos balcões de imigração na Europa e cobra do Governo atitutes mais sérias e severas para ajudar esses cidadãos que moram foram do território Nacional. “Por causa do meu trabalho viajo muito. Infelizmente, as experiências desagradáveis na Imigração sempre acontecem. Em cerca de 2 anos e meio fui 20 vezes ao Brasil e várias outras a Europa, América Central e África. Com isso, dá para se ter uma idéia de quantas vezes tive que ‘enfrentar’ o crivo das perguntas da Imigração. Não vou citar, obviamente, todas as situações que vivi, mas têm umas que, particularmente, me afetaram, me senti humilhada e discriminada.</p>
<p>Há três anos eu voltava do Brasil, via Amsterdã, com meu marido que é inglês. Cheguei ao aeroporto “London City” e era a única passageira “não européia” ou, ao menos, a única que foi para a fila designada. Todos os passageiros do avião foram liberados enquanto continuávamos (eu e meu marido, sempre passamos juntos) a responder as perguntas do oficial de imigração. Ele quis saber como tínhamos nos conhecido e toda a história até o casamento. Nos perguntou tanto, que a oficial que atendia os outros passageiros veio conversar com ele e disse para nos dispensar que estava tudo certo e, inclusive, pediu desculpas pelo “sistema” do país.</p>
<p>Dissemos, ainda com bom humor, que entendíamos. Logo que nos liberaram, alguns metrosà frente, três outros oficiais nos barraram &#8211; eles estavam próximos e viram, acho que até ouviram toda a conversa. Pediram meu passaporte e fizeram mais perguntas. Fomos novamente liberados. Logo a frente outro funcionário nos barrou e, dessa vez, para verificar nossa bagagem. É óbvio que a essa altura eu já estava cansada de toda a história e não entendia o “sistema”, vi toda a situação como preconceito mesmo. Eles tentaram, de todas as formas, barrarem minha entrada no país.</p>
<p>Mas, tiveram que me “engolir”. Alguns meses depois passei por outra situação desagradável, dessa vez para sair da Itália. Já tinha ido anteriormente ao país e não havia encontrado qualquer problema com imigração. Há cerca de dois anos estava retornando de viagem por outros países e a rota final era Milão-Londres. Eu e meu marido, mais uma vez, passamos juntos na imigração. Os passageiros já estavam embarcando e seríamos os últimos a entrar no ônibus que nos levaria até o avião.</p>
<p>Devo ressaltar que o posto de imigração fica bem próximo do ponto de embarque da companhia e os passageiros já no ônibus podiam ver a movimentação interna, pois a separação é de vidro e tudo bem próximo. Meu marido passou comigo e disse para eu esperar o carimbo no passaporte que ele já iria adiantar com a Companhia aérea. Isso na frente da oficial. Ela esperou ele sair e perguntou onde estava minha passagem.</p>
<p>Respondi: com ele! Mandou-me buscar o ticket para apresentar. Fui até onde ele estava e pedi, só que a essa altura as atendentes já haviam passado o ticket e eu trouxe apenas o canhoto para ela que disse que aquilo não valeria, eu teria que trazer a passagem inteira. Nesse ínterim, todos os passageiros do ônibus estavam olhando para mim, eu era a última passageira e estava atrasando o embarque, as funcionárias da Companhia também não entendiam porque eu precisava da passagem inteira.</p>
<p>A oficial de imigração estava com uma fisionomia irônica e olhando eu ir e vir do ponto de embarque. Quando meu marido voltou para dizer que não tínhamos mais a passagem inteira – que ela viu que a companhia tinha utilizado – ela nem olhou mais, bateu o carimbo e olhou na minha cara. Eu só disse para ela, em inglês, eu só quero sair desse país desgraçado! As funcionárias da companhia aérea olhavam para mim como se estivessem confusas. Meu marido disse a elas que não sabia por que ela tinha feito essas exigências comigo.</p>
<p>Respondi: porque eu não sou britânica! Entrei no ônibus com a cabeça baixa, sem poder olhar para os outros passageiros. Para mim estava escrito na minha testa “imigrante”. Até hoje quando comento essa situação fico com raiva e vejo, claramente, que foi uma demonstração de preconceito. Meu marido procura amenizar e diz que os italianos me amaram e por isso não queriam me deixar sair do país. O que me deixa mais furiosa é saber que sempre terei que passar por situações como essas, isso se repetirá, infelizmente.</p>
<p>Afinal, “não há discriminação contra os brasileiros”. Essa é a afirmação cômoda de nossos políticos ou das autoridades envolvidas na questão. Já li isso várias vezes, em jornais, internet, etc. O caso da estudante brasileira barrada na Espanha não é único, na verdade, é cotidiano. Mas, é mais cômodo nossas autoridades fecharem os olhos e dizerem “não há preconceito contra brasileiros”. Srs. Políticos e autoridades governamentais, se não há preconceito contra os brasileiros, há preconceito contra a minha pessoa! Eu sinto preconceito, eu sou discriminada a cada vez que passo pela imigração.</p>
<p>No mês passado vindo de Paris o oficial me perguntou quanto tempo eu pretendia ficar na Inglaterra. Ora! Eu respondi: Toda a minha vida! Se eu tenho residência, importa quanto tempo eu vou ficar? Não entendo e nunca entenderei porque tenho que contar minha vida a cada vez que entro no país. Sei que há leis e regras a serem seguidas. Não questiono isso. Mas, porque uma pessoa que já passou por todo o processo – e que não é simples – para conseguir sua permanência aqui tem que repetir a mesma história sempre. Sempre que leio sobre o assunto, vejo nossas autoridades dizendo que estão tratando do problema. Eu dou uma sugestão a eles: venham para a Europa e tentem entrar na imigração. Mas, não venham no “jatinho presidencial”, assim é fácil! O dia em que um senador, diplomata, for recusado na imigração de algum país, ficar horas ou mesmo dias esperando o vôo de volta, sem as “mordomias palacianas”, aí sim, eles saberão o que os brasileiros passam e, quem sabe, mudem suas atitudes. É fácil dizer que estão resolvendo a situação, sentados confortavelmente, longe da realidade de suas redomas.</p>
<p>Quero deixar claro, aqui, que quando questiono o posicionamento das autoridades brasileiras, sei que eles não têm poder para intervir nas leis de outros países. Mas, não sejamos ingênuos para perceber que muito mais pode ser feito. Foi preciso que essa estudante brasileira fizesse esse escândalo para que o assunto fosse comentado. Agora o Brasil recusa estrangeiros em seu território. Retaliação não resolverá a situação. Se a exigência de passagem de volta sempre existiu porque somente agora as autoridades brasileiras estão exigindo? O que o Brasil precisa é impor respeito para que, quem sabe, sejamos respeitados também.</p>
<p>Para começar, tratar com um pouco mais de respeito os brasileiros que estão aqui fora. Acredito que essa é a função dos Consulados e, pelo que tenho lido e ouvido, têm se mostrado bem ausentes e deixando muito a desejar.”</p>
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		<title>Removida por engano e imigração paga passagem de volta</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 14:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Inglaterra]]></category>

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		<description><![CDATA[As arbitrariedades imigratórias estão saindo dos guichês dos aeroportos para ganhar as ruas. Em um caso sem precedentes na história inglesa (foi o que apuramos), e com final feliz para o imigrante, uma brasileira foi mandada de volta para o Brasil, por engano, e trazida de volta pelo Home Office (Imigração). No dia 11/03/08 a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As arbitrariedades imigratórias estão saindo dos guichês dos aeroportos para ganhar as ruas. Em um caso sem precedentes na história inglesa (foi o que apuramos), e com final feliz para o imigrante, uma brasileira foi mandada de volta para o Brasil, por engano, e trazida de volta pelo Home Office (Imigração). No dia 11/03/08 a brasileira, L.D.F., de Goiás, foi detida na estação de metrô Richmond, em Londres, por policiais de imigração.</p>
<p>No momento da abordagem, ela não portava o bilhete de volta para o Brasil. O que nenhum turista faz, até por questão de segurança, deixa a passagem em algum lugar seguro. Em único telefonema ela contatou o marido, que também se encontra na capital Londrina. Ele, desesperado, pediu socorro na Associação Brasileira no Reino Unido (ABRAS).</p>
<p>A Associação, através de seu presidente Carlos Mellinger, contatou o Home Office (Imigração) e depois de uma tarde inteira de negociações, Mellinger convenceu a imigração que se tratava de um erro. A cidadã brasileira havia chegado a Londres na semana anterior, por avião, com escala em Dublin e havia feito turismo em outros países europeus.</p>
<p>Mas, por um erro de comunicação entre Imigração e aeroporto, L.D.F. foi embarcada de volta para o Brasil ao invés de ser deixada no Terminal 4 do aeroporto de Heathrow como havia sido acordado com o senhor Mellinger. Sem notícias durante várias horas, o marido e a ABRAS só tomaram conhecimento do erro depois que L.D.F. contatou, do Brasil, seu marido informando que estava tudo bem e que a remoção tinha acabado e estava na casa de amigos em Goiânia. “Ela foi removida porque houve falha de comunicação entre os oficiais que tomaram a decisão e os oficias que a escoltavam no aeroporto”, explicou o presidente da ABRAS. Em um caso sem precedentes, a ABRAS, após muito trabalho convenceu o Home Office a “patrocinar” a volta da Sra. L.D.F. para Londres, recusando outras ofertas que recebeu, como fazer o inverso e enviar a família que ficou aqui (marido e filha de 14 anos) para o Brasil. Segundo Mellinger, o bilhete de volta foi comprado pelo Home Office para ela embarcar no dia 17/03 saindo de Goiânia às 18h30, com escala em São Paulo onde embarcaria num vôo da TAM para chegar a Londres no dia 18/03 às 13h35.</p>
<p>Mellinger nos disse que a TAM Londres foi comunicada sobre o caso pelo próprio Home Office. “Por falha de comunicação entre a TAM Londres e a TAM Brasil (Goiânia e Guarulhos) a passageira foi impedida de embarcar por não portar bilhete de retorno (bilhete aqui, claro). Apesar de nossas rápidas intervenções, e-mail enviado para a supervisão da TAM no Aeroporto de Goiânia explicando o caso e imagem da passagem original de retorno digitalizada, a TAM não se esforçou muito para embarcar a passageira. Tentou até vender um bilhete de retorno. Seque contatou Londres e não se mostrou interessada no ser humano já traumatizado por toda a experiência de detenção e remoção.”, disse Carlos Mellinger.</p>
<p>De acordo com contato telefônico feito com a TAM, a empresa diz que segue normas internacionais de que nenhum passageiro pode sair de território nacional sem portar o bilhete de retorno. Como a Sra. LDF não tinha o bilhete de volta, não pôde embarcar. No outro dia, depois de esclarecida a situação, foi emitido um bilhete de volta e a passageira embarcou para Londres. A TAM informou que se não for cumprida essa exigência, a empresa paga multa no país de desembarque daquele passageiro.</p>
<p>Perguntado se essa exigência é feita aos estrangeiros que se dirigem ao Brasil a empresa informou que sim. Inclusive que a falta dessa verificação é o que está fazendo com que estrangeiros tenham sua entrada recusada no Brasil. Segundo a Companhia aérea a exigência sempre houve, mas no Brasil fazia-se vistas grossas e não era exigida a apresentação da passagem. Depois de todo esse transtorno e de ter entrado para a história da imigração brasileira no Reino Unido, LDF retornou a Londres e foi recebida de braços abertos pela imigração. A equipe de reportagem do <strong>Brasil Etc.</strong> procurou o Home Office para falar sobre o assunto, um funcionário do setor de imprensa disse que o órgão não comenta casos individuais.</p>
<p>Para todas as perguntas efetuadas a resposta foi a mesma: “não comentam o caso”. Na realidade eles se recusaram a responder qualquer pergunta feita relacionada ou não com o caso da Sra. LDF. O Consulado do Brasil em Londres também foi contatado e destacou o trabalho da ABRAS no caso. Todavia, não deu mais informações, pois elas deveriam ser passadas pelo Cônsul Geral do Brasil em Londres, o embaixador Flavio Perri, que não se encontrava disponível.</p>
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		<title>Vistos e suas diferentes aplicações para entrar no Reino Unido</title>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2008 10:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[visto para brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[visto para inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[visto para UK]]></category>

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		<description><![CDATA[Os principais vistos disponíveis para a entrada no Reino Unido são: Turista e Estudante. Aqueles que desejam entrar no Reino Unido como turista não é necessário solicitar previamente um visto para ingressar, esse tipo de visto é concedido ao turista assim que o mesmo chega a qualquer aeroporto do Reino Unido, no entanto é valido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais vistos disponíveis para a entrada no Reino Unido são: Turista e Estudante.</p>
<p>Aqueles que desejam entrar no Reino Unido como turista não é necessário solicitar previamente um visto para ingressar, esse tipo de visto é concedido ao turista assim que o mesmo chega a qualquer aeroporto do Reino Unido, no entanto é valido por no máximo 6 meses, dependendo da situação e não permite ao turista o direito de trabalhar. Já aqueles que desejam estudar no Reino Unido por menos de 6 meses sem a intenção de trabalhar poderão viajar sem a necessidade de solicitar um visto na nova categoria &#8220;Student Visitor&#8221; (estudante visitante) . Além de não ter permissão para trabalhar, os que forem admintidos nessa categoria não poderão estender ou mudar a categoria desse visto uma vez no Reino Unido.</p>
<p>No entanto se você pretende estudar no reino Unido com intenção de trabalhar é necessário um visto prévio que deve ser solicitado no consulado britânico no Brasil ou ao Home Office se estiver no reino Unido. A duração do visto de estudante varia de acordo com a duração do eu curso, em geral, o visto de estudante é válido por no máximo até 1 ano e pode ser renovável por no máximo 3 anos. No entanto, é indispensável que o estudante esteja matriculado em uma escola acredidata pelo governo britânico. Este tipo de visto permite também ao estudane o direito de trabalhar 20 horas por semana.</p>
<p>Todos os pedidos de visto feitos no Brasil devem ser feitos por intermédio dos centros de processamento de vistos (VAC- Visa Application Centre) e não mais através do consulado britânico. No Rio de Janeiro, os pedidos deverão ser enviados ao Centro de Processamento de Visto Principal e em Brasilia e São Paulo, através dos Mini-Centros de Processamento de Vistos. (Para maiores informações consultar o site <a href="http://www.britishembassy.gov.uk">http://www.britishembassy.gov.uk</a>)</p>
<p>Além disso, como nova regra, todo solicitante de visto britânico necessita fornecer suas impressões digitais e uma fotografia digitalizadas como parte do processo. Este tipo de visto é denomindado visto biométrico e foi criado principalmente para melhor proteção contra fraude de identidade e para proporcionar maior segurança daqueles que ingressam no Reino Unido, para que este seja visto como um lugar ainda mais seguro para se visitar.</p>
<p>É importante ressaltar que existem inúmeros outros tipos de vistos, se desejar maiores informações sobre todos os tipos de vistos disponíveis acesse o site <a href="http://www.ukvisas.gov.uk">http://www.ukvisas.gov.uk</a> ou <a href="http://britishembassy.gov.uk">http://britishembassy.gov.uk</a>.</p>
<p>Se você possui passaporte europeu (proveniente de qualquer país da comunidade européia) não é necessário visto para ingressar no Reino Unido, isso porque cidadãos europeus possuem livre acesso. Além disso, cidadãos europeus possuem plenos direitos de trabalho em período integral.</p>
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		<title>Mudanças das regras para obtenção de vistos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 11:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Vistos]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 1º de Abril, a UK BORDERAGENCY mudou as regras de imigração para impedir qualquer pessoa que tenha previamente quebrado as leis britânicas de imigração de viajar para o Reino Unido por um determinado periodo. O imigrante que tenha trabalhado ilegalmente, excedido o prazo de visto por maeis de 28 dias, entrado no pais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 1º de Abril, a UK BORDERAGENCY mudou as regras de imigração para impedir qualquer pessoa que tenha previamente quebrado as leis britânicas de imigração de viajar para o Reino Unido por um determinado periodo.</p>
<p>O imigrante que tenha trabalhado ilegalmente, excedido o prazo de visto por maeis de 28 dias, entrado no pais ilegalmente ou tenha se utilizado de documentos falsos ou informações falsas para obtenção de visto, esta sujeito às penalidades das novas regras.</p>
<p>O Consulado Britânico no Brasil informa que os candidatos que tenham se utilizado de um documento falso ou retiveram informações em qualquer pedido anterior, terão entrada proibida no reino Unido por 10 anos.</p>
<p>Os candidatos que tenham violado as leis de imigração do Reino Unido serão proibidos de voltar para o país por um bom periodo. O tempo vai depender de que forma o indivíduo deixou o Reino Unido após ter violado a lei:</p>
<ul>
<li>1 ano, se ele ou ela deixou voluntariamente o país com recursos próprios;</li>
<li>5 anos, se ele ou ela deixou voluntariamente o país fazendo uso de recursos públicos e</li>
<li>10 anos, se ele ou ela foi removido ou deportado.</li>
</ul>
<p>A UK BORDER AGENCY  está fazendo essas alterações por duas razões principais:</p>
<ul>
<li>Para aqueles que violam as leis de imigração enfrentem uma clara sanção e</li>
<li>Para dar aqueles que estão atualmente no Reino Unido ilegalmente um incentivo para sair por vontade própria (quem estava ilegalmente no Reino Unido e deixou o país voluntariamente entr 17 de Março 1º de Outubro não enfrentará a proibição automática).</li>
</ul>
<p>As últimas estatísticas publicadas pelo ministério do interior mostram que 182 mil brasileiros visitaram o Reino Unido em 2006 e 4985 forma impedidos de entrar, ou seja, somente 3,65%.</p>
<p><strong>Brasileiros precisam de visto:</strong></p>
<ul>
<li>Brasileiros que desejam trabalhar ou estudar no Reino Unido por mais de 6 meses necessiam obter um visto antes de viajar.</li>
<li>Estudantes que pretendem estudar e trabalhar, mesmo que por menos de 6 meses, também precisam obter um visto.</li>
<li>Turistas e aqueles que desejam estudar no reino Unido por menos de 6 meses sem a intenção de trabalhar não precisam solicitar o visto antes de trabalhar.</li>
</ul>
<p> </p>
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		<title>O mais importante&#8230; O visto!</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 10:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[visto de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[visto para inlgaterra]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando saimos do Brasil e entramos na Inglaterra, no departamento de imigração do aeroporto nos é atribuido um visto. Esse visto é o que diz o que podemos ou não fazer, e por quanto tempo podemos ficar na Inglaterra. A maioria do brasileiros quanto entram na Inglaterra recebem um visto de turista valido por 6 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando saimos do Brasil e entramos na Inglaterra, no departamento de imigração do aeroporto nos é atribuido um visto.</p>
<p>Esse visto é o que diz o que podemos ou não fazer, e por quanto tempo podemos ficar na Inglaterra. A maioria do brasileiros quanto entram na Inglaterra recebem um visto de turista valido por 6 meses. Com esse visto o brasileiro não pode trabalhar ou pedir qualquer tipo de benefício do governo. Com o visto de turista só é permitido fazer turismo (lol).</p>
<p>Em alguns casos, quando o estudante vem para estudar menos que 6 meses tambem recebe o visto de turista, porem já existe uma calsse especial para esse tipo de estudante.</p>
<p>Com apenas o visto de turista, as coisas ficam um tanto complicadas para o imigrante, já que é mais difícil para aranjar trabalho, abrir conta em banco, etc.</p>
<p>Mas a realidade é que a maioria dos brasileiros aqui vivem ilegalmente, ou sem permissão para trabalhar ou com o visto vencido.</p>
<p>Muitos ainda caem na besteira de comprar visto/documento falso e correm o risco de antes de serem deportados, passarem um tempo na prisão, a pena prevista para documentos falso é de 6 meses a 2 anos de prisão <img src='http://emlondres.com/pre/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt="icon sad O mais importante... O visto!" class='wp-smiley' title="O mais importante... O visto!" /> </p>
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