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	<title>Brasileiros em Londres - A vida do imigrante em Londres</title>
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	<description>Mais um blog sobre a vida de imigrante na Inglaterra.</description>
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		<title>Recomendações a Brasileiros que viajam à Europa</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 13:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
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		<description><![CDATA[Informações gerais e documentos necessários&#8230; O Brasil adopta política migratória liberal e regras flexíveis para a admissão de estrangeiros em seu território, mas a situação em outros países pode ser diferente. Para trabalhar, estudar ou residir na Europa, é necessário visto apropriado. Para turismo, o visto não é exigido, mas as condições e controles de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Informações gerais e documentos necessários&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">O Brasil adopta política migratória liberal e regras flexíveis para a admissão de estrangeiros em seu território, mas a <strong>situação em outros países pode ser diferente</strong>.<br />
Para trabalhar, estudar ou residir na Europa, é necessário visto apropriado. Para turismo, o visto não é exigido, mas as <strong>condições e controles de entrada em países europeus, têm-se se tornado mais rígidas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes da viagem, o brasileiro deve <strong>consultar o Consulado ou a Embaixada do país em que primeiro desembarcará na Europa</strong>, seja qual for o seu destino final, para obter informações actualizadas sobre as condições de entrada.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos países europeus, adopta critérios semelhantes, para admitir ou não, viajantes extra-europeus em seus territórios, já que o ingresso em um deles, permite a livre circulação nos outros. <strong>Os documentos que podem ser por eles exigidos</strong> para a entrada de brasileiros que viajam a turismo, sem visto, são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Passaporte válido por no mínimo mais seis meses </strong>além da data de viagem;<img class="alignright" src="http://bp2.blogger.com/_ScCOnHNbfao/SI-JQTxInyI/AAAAAAAAAl0/T1a99dvliQs/s400/passport+control.jpg" alt="passport+control Recomendações a Brasileiros que viajam à Europa" width="200" height="180" title="Recomendações a Brasileiros que viajam à Europa" /></li>
<li><strong>Passagens </strong>para todo o percurso da viagem até o <strong>retorno com data maracada para o Brasil</strong> (não pode estar em aberto);</li>
<li>Comprovante de <strong>reserva paga em hotel, ou carta-convite </strong>de quem se responsabilizará pela hospedagem, preenchida em formulário próprio que varia de formato, custo e órgão expedidor, conforme o país europeu de destino;</li>
<li>Documento comprovatório de reserva de<strong> plano de viagem</strong> ( &#8220;voucher&#8221;, por exemplo), com itinerário;</li>
<li><strong>Posse de recursos</strong> financeiros para se manter no país durante a estadia, nos valores mínimos de aproximadamente<strong> 60 euros diários por pessoa e 600 euros por qualquer período</strong>, em dinheiro, cheques de viagem ou certificados, devendo cartões de crédito estar acompanhados da carta do banco, específicando o limite dos mesmos.</li>
<li>Para os que viajem para participar sem remuneração de <strong>congressos, conferências, seminários, concursos e outros eventos do género</strong>, necessitam de uma carta-convite da instituição organizadora, comprovante de inscrição, cartão de acesso, programa ou outro documento sobre o evento, que contenha algum registro comprovando a sua validade, tal como autenticação;</li>
<li><strong>Comprovante autenticado de emprego no Brasil</strong>, se for o caso;</li>
<li><strong>Seguro médico internacional</strong>, exigido por alguns países, no valor mínimo de 30 mil euros.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na chegada ao país europeu, os agentes migratórios locais, além de conferir a documentação do viajante, <strong>poderão entrevistá-lo </strong>- em geral no idioma local &#8211; para se assegurar de que realmente ingressará na Europa, para os fins declarados da viagem, de que respeitará o prazo de permanência para turismo (90 dias) e de que não trabalhará irregularmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, em tais entrevistas, avalia-se:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>a <strong>coerência das respostas do viajante</strong>;</li>
<li>o número e o conteúdo de malas que porta;</li>
<li>a situação de emprego ou ocupação no Brasil;</li>
<li>a propriedade de bens;</li>
<li>outras razões que<strong> confirmem a intenção de retorno</strong>;</li>
<li>a condição migratória da pessoa com quem se hospedará;</li>
<li>a não sujeição do viajante a uma proibição de entrada, por exemplo:</li>
</ul>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;">- ter permanecido na Europa por mais de 6 meses, em período de um ano;<br />
- ter sido expulso de país europeu;<br />
- ter-se envolvido em actividades delituosas;<br />
- ou impedimento ligado a razões de segurança pública.</p>
<p style="text-align: justify;">O viajante deverá<strong> apresentar toda a documentação solicitada pelo agente da Imigração</strong> e responder sua perguntas de forma objectiva e clara, já que a falta de clareza pode levantar suspeitas de que esteja omitindo algo. Como há diferenças culturais entre o Brasil e outros países, que se reflectem no tipo de comportamento de seus agentes, recomenda-se que o viajante brasileiro, evite comentários que não dizem respeito ás perguntas formuladas e mantenha a atitude cortês, respeitosa e discreta em todos os momentos. Em caso de necessidade, poderá solicitar o<strong> auxílio de um intérprete.</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-348" title="brasileiros-em-viagem" src="http://emlondres.com/pre/wp-content/uploads/2011/01/brasileiros-em-viagem1.jpg" alt="brasileiros em viagem1 Recomendações a Brasileiros que viajam à Europa" width="164" height="149" /></p>
<p style="text-align: justify;">As autoridades consulares brasileiras, poderão  ser chamadas a intervir em caso de <strong>flagrante arbitrariedade ou desrespeito á dignidade de viajantes brasileiros.</strong> Também poderão viabilizar contacto com familiares e, em determinadas situações, prestar assistência para fins de esclarecimentos e solução de pendências. Nesses casos, o brasileiro que estiver sendo inadmitido, deveráde estar em condições de providenciar eventuais documentos faltantes,<strong> demonstrar que atende aos requisitos de entrada na Europa</strong> e comprovar sua condição de viajante de boa fé.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caberá à autoridade migratória local, decidir sobre o assunto, com base no princípio da soberania. </strong>Alguns países europeus, concedem assistência jurídica a estrangeiros, em processos de inadmissão e facultam aos que se sentem injustiçados a apresentação posterior de recurso administrativo perante seus consulados no Brasil.</p>
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		<title>Reino Unido fecha as portas para imigrantes qualificados.</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 10:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Imigrante]]></category>
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		<description><![CDATA[De portas fechadas&#8230; No dia 24 de novembro, o anúncio de uma nova lei de imigração dividiu opiniões no parlamento inglês. Logo, a notícia ganhou espaço em jornais e nos canais de televisão e mais uma vez, a Inglaterra e os países que compõem a ilha, o tão famoso Reino Unido, fecham as suas portas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">De portas fechadas&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">No dia 24 de novembro, o anúncio de uma nova lei de imigração dividiu opiniões no parlamento inglês. Logo, a notícia ganhou espaço em jornais e nos canais de televisão e mais uma vez, a Inglaterra e os países que compõem a ilha, o tão famoso Reino Unido, fecham as suas portas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por quê motivo?</h3>
<p style="text-align: justify;">Dados oficiais estatísiticos revelaram que o número de pessoas que vieram morar no Reino Unido menos o número de pessoas que o deixaram em 2009 é igual a 196.000, e a Ministra do Interior (Home Secretary), Theresa May, quer reduzir este valor para apenas dezenas de milhares, ao invés de centenas. A medida é polêmica e diversas empresas e intituições financeiras, como bancos e outras multinacionais, expressaram a sua ira em entrevistas ao Financial Times e aos maiores jornais britânicos, dizendo que o país sofrerá com a escassez de talentos provenientes de outras partes do mundo.</p>
<h3>O que exatamente a lei institue?</h3>
<p style="text-align: justify;">Há cinco categorias de imigrantes, de acordo com as leis inglesas: trabalho de longa-duração, estudantes, trabalho temporário e visitantes, refugiados e asilados, e membros de família. A lei não pode tocar em muitas destas categorias pois  envolvem não apenas fatores econômicos, mas também direitos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhadores que necessitam de visto para morar na Inglaterra foram o alvo da reforma, que começa a ter validade a partir de abril de 2011. Atual categoria de vistos conhecida como Tier 1 (Highly Skilled Workers), baseada em pontos e não dependente de uma oferta de emprego, será extinta e vistos com estas condições serão concedidos apenas a pessoas de ‘talento extraordinário’. Os critérios para esta seleção ainda não foram divulgados mas espera-se bastante rigor, e já é notícia que este se limitará a apenas mil por ano. A ênfase é dar oportunidade àqueles que poderão contribuir com o Reino Unido nos campos acadêmicos, da arte e da ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Profissionais com graduação e oferta de emprego (Tier 2), com a intenção de viver na Inglaterra, País de Gales, Irlanda e Escócia, serão limitados a no máximo 20.700 por ano. Outra medida a ser adotada é o valor mínimo salarial para transferências para a Inglaterra de funcionários de empresas multinacionais sediados em outros países, que deverão ganhar pelo menos 40.000 Libras anuais para permanecer por mais de 1 ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Com estas medidas, a previsão é de que haja uma redução de 1/5 dos vistos concedidos a profissionais qualificados e de que profissionais ingleses tenham maiores chances de empregabilidade em tempos de crise e poucas ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Qual o impacto real?</h3>
<p style="text-align: justify;">O Reino Unido faz parte de dois blocos econômicos: a União Européia (EU) e a Área Econômica Européia (EEA). Entre os países que os compõem, há livre circulação em termos de moradia e oportunidades de emprego. Na prática, um Europeu pode mudar-se para a Inglaterra  e imediatamente ter os mesmos (ou quase os mesmos) direitos de um inglês, incluindo saúde gratuita e benefícios. O mesmo ocorre com ingleses que emigram para outros países da Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">Do total de imigrantes totalizados nos dados oficiais, 15% são ingleses retornando à sua terra natal, e 33% são cidadãos da EEA. Não há nada que o governo possa fazer para barrar esta mobilidade, por isso o foco é aqueles que não fazem parte da União Européia e que compõem metade dos imigrantes registrados em 2009. Estudantes, profissionais e membros de família estão da mira da política restritiva imigratória, e novas medias já são esperadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Escolas de Inglês e Estudantes</h3>
<p style="text-align: justify;">Sob o setor de educação internacional sopra o vento frio destas mudanças, que terão mais dificuldade em contratar professores de língua inglesa da Austrália e Nova Zelândia, por exemplo. Há também rumores de que o visto Post-Study, que dá direito a estudantes de graduação a trabalhar por dois anos após os estudos, será cancelado. Outras medidas devem conter o número de estudantes que trabalham além do limite semanal estabelecido, 10 horas, porém estas ainda não foram anunciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que todas estas restrições contribuirão de forma positiva para a recuperação econômica britânica? Será que o talento estrangeiro, a contribuição dos estudantes à sociedade e uma política de imigração flexível não são pilares que a sustentam e impulsionam?</p>
<p style="text-align: justify;">Só o tempo dirá.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto escrito por <strong>Breno Pessoa</strong>, produtor de conteúdo da <strong><a href="http://www.ef.com.br/intercambio/londres/" target="_blank">EF Londres</a>.</strong></p>
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		<title>Benefício de Aluguel – Housing Benefit</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 12:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem é elegível? Este benefício, destina-se a pessoas com baixos rendimentos e baixos capitais (poupanças e investimentos), que pagam renda de uma casa. Poderá se candidatar, no caso de se encontrar sem trabalho, ou mesmo trabalhando e recebendo um salário. Não é elegível, quem : Tem poupanças superiores a £16.000, a menos que esteja a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Quem é elegível?</h3>
<p>Este benefício, destina-se a pessoas com baixos rendimentos e baixos capitais (poupanças e investimentos), que pagam renda de uma casa. Poderá se candidatar, no caso de se encontrar sem trabalho, ou mesmo trabalhando e recebendo um salário.</p>
<h3>Não é elegível, quem :</h3>
<ul>
<li>Tem poupanças superiores a £16.000, a menos que esteja a receber a &#8220;guarantee credit&#8221;da Pension Credit.</li>
<li>Mora em casa de um parente próximo.</li>
<li>For estudante a tempo inteiro ( a menos que tenha alguma deficiência ou tenha filhos).</li>
<li>Seja requerente de asilo, ou patrocinado para estar no Reino Unido.</li>
<li>Se viver com o seu companheiro (casados ou por união civil) apenas um pode requer o benefício.</li>
<li>Se for solteiro e com idade inferior a 25 anos ( neste caso só terá direito a requerer o Housing Benefit, se for para acomodações &#8220;bed-sit&#8221;, ou em quartos de uma &#8220;shared-house&#8221;).</li>
</ul>
<p>O montante do benefício que irá receber, será calculado dentro das regras do &#8220;Local Housing Allowance&#8221;.</p>
<h3>Montante a receber:</h3>
<p><strong>O valor depende de algumas circunstâncias pessoais e financeiras, tais como:</strong></p>
<ul>
<li>O dinheiro que você e o seu companheiro recebem, incluindo salários, benefícios e &#8220;tax credit&#8221;, pensões;</li>
<li>As suas / vossas poupanças;</li>
<li>A sua idade e da sua familia, o tamanho da familia, a existência de pessoas com deficiências;</li>
<li>O council também terá em atenção o montante da renda da casa que paga (se é razoável ou não dentro da àrea que mora), se o tamanho da casa é adequado ás circunstâncias da sua família, etc.</li>
</ul>
<h3>Como se efectua o pagamento?</h3>
<p>O pagamento do benefício para quem é elegível, pode ser feito através de cheque ou por pagamento directo na conta bancária. Geralmente, o pagamento do montante atribuído, é pago a cada duas semanas, metade do valor. (Ou seja, se o valor do seu benefício for de £500, receberá £250 de quinze em quinze dias.)</p>
<h3>Alteração de Circunstâncias:</h3>
<p>Deverá de dar conhecimento ao seu &#8220;council&#8221; o mais breve possível de quaisquer alterações que possam acontecer, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Se algum dos seus filhos sair de casa ou deixar de estudar;</li>
<li>Se alguém se mudar ou sair de sua casa;</li>
<li>Se os seus ganhos ou de alguém que more consigo sofrerem alterações;</li>
<li>Se as suas poupanças ou investimentos alterarem;</li>
<li>Se a sua renda alterar;</li>
<li>Se mudar de casa;</li>
<li>Se você ou o seu companheiro se ausentarem de casa por mais de um mês;</li>
</ul>
<h3>Observação:</h3>
<p>Para o ajudar a ter uma ideia do valor do benefício que vai receber, nas suas circunstâncias, poderá usar o &#8220;<strong><a href="https://www.a2b.org.uk/NewBenefitScreening.aspx?SourcePerson=GoogleAdwords&amp;gclid=CIK3pY3ByKUCFQkf4QodeFecdA" target="_blank">Housing Benefit Calculator</a></strong>&#8220;. <strong><span style="text-decoration: underline;">Note que isto é para apenas ter uma ideia e que o montante pode variar, quando apresentar a proposta ao seu &#8220;Local Council&#8221;.</span></strong><!-- odiogo-notts-begin --></p>
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		<title>Benefício de Desemprego – Jobseeker’s Allowance</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 14:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é o &#8220;Jobseeker&#8217;s Allowance&#8221;: Este é um benefício para pessoas que vivem no Reino Unido, com idade mínima de 18 anos, à procura de emprego ou que trabalhem menos de 16 horas por semana. Como funciona: Existem dois tipos de Jobseeker&#8217;s Allowance: - Contribution-based Jobseeker&#8217;s Allowance: Este tipo de subsídio, destina-se a pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">O que é o &#8220;Jobseeker&#8217;s Allowance&#8221;:</h3>
<div style="text-align: justify;">Este é um benefício para pessoas que vivem no Reino Unido, com idade mínima de 18 anos, à procura de emprego ou que trabalhem menos de 16 horas por semana.</div>
<h3 style="text-align: justify;">Como funciona:</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existem dois tipos de Jobseeker&#8217;s Allowance:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>- Contribution-based Jobseeker&#8217;s Allowance:</strong></span><br />
Este tipo de subsídio, destina-se a pessoas que já pagaram o suficiente de Contribuições do National Insurance (NICs). O Jobcentre Plus, pode pagar até 182 dias deste subsídio.<br />
Em príncipio, os descontos efactuados como trabalhor por conta própria, não contam para se qualificar a este benefício.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>- Income-based Jobseeker&#8217;s Allowance:</strong></span><br />
Este no entanto, é baseado nos seus ganhos e nas suas poupanças.Pode-se qualificar para este subsídio se não pagou o suficiente de contribuições do National Insurance (NICs) ou apenas pagou como trabalhador por conta própria.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como reclamar:</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>No caso de já ter usufruido deste benefício e se o deixou de receber nas últimas 26 semanas, e queira se qualificar novamente para o mesmo tipo de subsídio, apenas tem que telefonar para o Jobcentre Plus no número <strong>0800 055 6688.</strong></li>
<li>Poderá também reclamar através do serviço online, <a href="http://www.direct.gov.uk/en/Diol1/DoItOnline/DG_178228" target="_blank">em Jobseeker&#8217;s Allowance</a>.</li>
<li>Através do telefone do Jobcentre Plus ( <strong>0800 055 6688</strong> ). Este serviço oferece uma linha de telefone com apoio em Galês ( <strong>0800 012 1888</strong> ), no caso de lhe ser muito difícl falar ou mesmo entender o Inglês, ou se preferir poderá utilizar o telefone de texto (<strong> 0800 023 4888</strong> ). Todas estas linhas estão abertas de Segunda a Sexta-Feira, das 8.00 am ás 8.00 pm.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Pagamento do Subsídio:</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Na maioria dos casos, demora mais ou menos 3 dias para começar a receber este subsídio, caso tenha direito. A este período chama-se &#8220;dias de espera (waiting days)&#8221;.</li>
<li>Jobseeker&#8217;s Allowance, é pago a cada 2 semanas, directamente na sua conta bancária.</li>
<li>Se receber alguma pensão, poderá afectar o montante do benefício.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Em termos de valores:</h3>
<ul>
<li><strong>Contribution-based Jobseeker&#8217;s Allowance</strong></li>
</ul>
<p><span style="text-decoration: underline;">O valor máximo por semana é:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Com idade entre os 16-24 anos &#8212;&#8212;&#8212;-&gt; £51.85<br />
Com idade igual ou superior a 25 anos &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&gt; £65.45</p>
<ul>
<li><strong>Income-based Jobseeker&#8217;s Allowance</strong></li>
</ul>
<p><span style="text-decoration: underline;">O valor máximo por semana é:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Solteiros (idade inferior a 25 anos) &#8212;&#8212;&#8212;-&gt; £51.85<br />
Solteiros (idade igual ou superior a 25 anos) &#8212;&#8212;&#8212;-&gt; £65.45<br />
Casais ou União Civil (idade igual ou superior a 25 anos) &#8212;&#8212;&#8212;-&gt; £102.75<br />
Pais solteiros (idade inferior a 18 anos) &#8212;&#8212;&#8212;-&gt; £51.85<br />
Pais solteiros (idade igual ou superior a 25 anos) &#8212;&#8212;&#8212;&#8211;&gt; £65.45</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que acontece depois:</h3>
<p style="text-align: justify;">- Depois de fazer o pedido do jobseeker&#8217;s Allowance, será chamado a uma entrevista no Jobcentre Plus. Um consultor irá ajudá-lo a elaborar um &#8220;jobseeker&#8217;s agreement&#8221;. Aqui serão definidas as etapas para encontrar um trabalho.<br />
- Para continuar a receber este benefício, deverá comparecer ás entrevistas solicitadas pelo Jobcentre Plus, normalmente a cada 2 semanas.<br />
- Qualquer alteração ás suas circunstâncias, deverão de ser reportadas ao Jobcentre Plus, o mais depressa possível.</p>
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		<title>Como escolher uma escola em Londres</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 21:09:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com as mudanças na lei de imigração, Home Office cria um banco de dados das instituições de ensino regulamentadas no Reino Unido, que pode ser acessado via internet. Mas outros critérios também devem ser observados na hora de escolher uma escola. Por Paula Góes Nem tudo é lamento dentro das mudanças na Lei de Imigração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com as mudanças na lei de imigração, Home Office cria um banco de dados das instituições de ensino regulamentadas no Reino Unido, que pode ser acessado via internet. Mas outros critérios também devem ser observados na hora de escolher uma escola.</p>
<p>Por <strong>Paula Góes</strong></p>
<p>Nem tudo é lamento dentro das mudanças na Lei de Imigração para o Reino Unido. Dentre as novidades, pode ser considerada bem-vinda a criação do &#8221; Register of Education and Training Providers in the UK &#8220;, um banco de dados de escolas que têm a devida autorização para funcionamento disponível desde 1o de janeiro de 2005. Até dezembro de 2004, os critérios sobre quais escolas eram licenciadas para funcionar não passavam de uma obscura lista a qual nenhum estudante tinha acesso fácil. Um problema enorme para quem chegava no balcão da imigração com escola paga e se deparava com a negação do visto sob alegação de que a instituição de ensino não era devidamente reconhecida pelo Home Office.</p>
<p>O melhor de tudo é que esse banco de dados está ao alcance de qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. Para acessá-lo, basta entrar no endereço eletrônico do The Department for Education and Skills (DfES), ou seja, o órgão encarregado de regulamentar todas as instituições de educação no Reino Unido, clicar em &#8220;Search the register&#8221;, à esquerda da página, e digitar o nome da escola em &#8220;provider name&#8221; e verificar se ela consta no banco de dados. Alternativamente, as escolas também podem ser checadas com base no endereço ou mesmo telefone de contato.</p>
<p>Serão arquivadas no banco os dados de instituições de ensino da Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte. A idéia, além de tornar clara e pública a lista das escolas regulamentadas, é facilitar a fiscalização dessas instituições. Para que uma escola seja cadastrada, ela precisa cumprir uma série de requerimentos como por exemplo espaço físico e quantidade de alunos, assim como procedimento de controle de frequência das aulas. Esses critérios passarão a ser reavaliados periodicamente. Caso o nível da escola não permaneça satisfatório, ela pode e deve ser retirada do banco de dados.</p>
<p>Mesmo que a sua escola já esteja regularizada, não esqueça de pedir uma carta explicando que você está de férias ao viajar para fora do Reino Unido.</p>
<p>A partir de agora, esse documento passa a ser requisitado no balcão da imigração, e é através dele que o oficial vai checar se a instituição de ensino está dentro das novas normas.</p>
<h4>E se minha escola não estiver lá?</h4>
<p>As escolas do British Council foram automaticamente cadastradas, mas as que são independentes precisam requerer o cadastro. Caso você já esteja estudando no Reino Unido e sua escola não esteja constando no banco de dados do DfES , não se desespere. O processo de cadastramento é detalhado e a inclusão da escola no banco de dados demora cerca de 15 dias. Mas de forma alguma isso quer dizer que a sua instituição é ilegal. Como o sistema é novo, algumas escolas já entraram com o processo de cadastro, mas ainda não aparecem no banco de dados. Em outros casos, o nome da escola e o nome fantasia da empresa são diferentes, o que pode gerar conflitos no sistema. A melhor maneira de evitar problemas futuros é se informando na secretaria da escola se esse processo já está sendo encaminhado. E evite deixar o país até que ele seja concluído.</p>
<p>Caso você esteja em vias de renovar o visto ou ainda esteja no Brasil, é bom garantir matrícula numa escola que já esteja figurando na lista. A mudança entrou em vigor no primeiro dia do ano e desde então a recusa do visto de estudante é certa caso a escola não esteja nesse banco de dados. Por outro lado, estar matriculado em uma escola que figure na lista não garante o visto. Estar matriculado em curso full time (pelo menos 15 horas por semana), provar que tem recursos financeiros para se manter durante o tempo de estudo sem recorrer a recursos públicos e convencer que pretende deixar o país ao fim do curso pretendido ainda são critérios</p>
<h4>A escola certa</h4>
<p>A escolha de uma escola de inglês fora do Brasil passa por critérios que vão desde a localização até a qualidade de ensino, passando, claro pelo preço. Não é tarefa fácil conciliar todos os fatores envolvidos, e mais do que a pesquisa, contar com a recomendação de alguém que já estudou numa determinada escola pode ser fundamental. Foi o caso de Cassiana Pinheiro, que como todo estudante, pensou primeiro em alguma escola que fosse reconhecida pelo British Council. Mas depois de desencorajada pela pesquisa de preços na internet, e sem ir muito adiante trocando informações com outros brasileiros que também estavam se preparando para vir para Londres, acabou achando num conselho a escola certa. &#8220;Escolhi a escola que a minha irmã estudou, porque foi muito bem recomendada por ela e tem um esquema de Pratice Classe que ao pagar um ano inteiro adiantado, o preço sai mais em conta que todas as outras&#8221;, diz, já se preparando para desembolsar as libras da matrícula.<!-- odiogo-notts-begin -->
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		<title>Título de Eleitor no Estrangeiro – Como tratar?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 16:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Documentos em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Imigração na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[imigrante]]></category>
		<category><![CDATA[titulo de eleitor]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[1- Quem pode fazer a inscrição eleitoral: Os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 18 anos de idade, desde que  estejam residindo no exterior, em país onde haja representação diplomática brasileira ou esteja vinculado a uma j urisdição consular. Observação: A inscrição eleitoral é facultativa para os brasileiros com idade entre 16 e 18 anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">1- Quem pode fazer a inscrição eleitoral:</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 18 anos de idade, desde que  estejam residindo no exterior, em país onde haja representação diplomática brasileira ou esteja vinculado a uma j urisdição consular.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observação:</strong> A inscrição eleitoral é facultativa para os brasileiros com idade entre 16 e 18 anos, para os maiores de 70 anos e para os analfabetos</p>
<h3 style="text-align: justify;">2- Documentos e requesitos necessarios:</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Estar apto de direitos políticos;</li>
<li>Estar em dia com o serviço militar obrigatório e não o estar prestando (exceto para quem completou 18 anos e ainda se encontra no prazo de apresentação ao órgão para alistamento militar – Res. TSE 22.097/05), exclusivamente para os do sexo masculino (nota 1);</li>
<li>Apresentação dos seguintes documentos (com cópias):</li>
<li>Documento oficial brasileiro de identificação original ou cópia autenticada ou instrumento público no qual conste: nome completo, data de nascimento, filiação, nacionalidade e naturalidade;</li>
<li>Comprovante de residência ou declaração de residência;</li>
<li>Certificado de quitação do serviço militar, para cidadãos do sexo masculino.</li>
<li>Presença do requerente no ato da inscrição, para assinatura do Requerimento de Alistamento Eleitoral &#8211; RAE (a inscrição não pode ser feita por procuração).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota 1</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">Os requerentes do sexo masculino, com 18 anos completos, deverão apresentar, no momento do alistamento, certificado de quitação com o serviço militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos termos do art. 41, § 1º, do Decreto nº 57.654, de 20 de janeirode 1966, que regulamenta a Lei do Serviço Militar, é obrigatório, para o brasileiro do sexo masculino, o alistamento até 30 de junho do ano em que completar 18 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, comparecendo à representação diplomática, eleitor com dezoito anos completos em data anterior a 30 de junho do ano em que o mesmo completou a maioridade, o CAM &#8211; Certificado de Alistamento Militar &#8211; não será exigido, uma vez que ainda não se exauriu o prazo de sua apresentação para o alistamento militar. Caso este eleitor se apresente à Justiça Eleitoral em data posterior a 30 de junho, será exigido dele o Certificado de Alistamento Militar.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3- Onde fazer:</h3>
<ul>
<li>Nas sedes das Embaixadas ou das Repartições Consulares com jurisdição sobre a localidade de sua residência ou em qualquer Cartório Eleitoral no Brasil. A Certidão de Quitação Eleitoral só será emitida após o deferimento do Requerimento de Alistamento Eleitoral – RAE, pelo juízo competente.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">4- Quando fazer:</h3>
<ul>
<li>A qualquer tempo, exceto nos 150 dias que antecedem o 1º turno das eleições, período em que o cadastro está fechado para esta operação, até após as eleições, com data de reabertura a ser definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Caso haja necessidade de algum tipo de serviço eleitoral durante o fechamento do cadastro, por exemplo, para fins de renovação do Passaporte e regularização do CPF, o eleitor poderá obter na Repartição Diplomática ou em qualquer Cartório Eleitoral uma Certidão de Cadastro Fechado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5- Como funciona o processo de requerimento?</h3>
<ul>
<li>O Requerimento de Alistamento Eleitoral – RAE, devidamente assinado pelo alistando, juntamente com a cópia da documentação exigida, será enviado para análise, via Ministério das Relações Exteriores, ao Cartório da Zona Eleitoral do Exterior, com sede em Brasília e vinculado ao TRE-DF. Se deferida a inscrição, o RAE será processado e o título eleitoral será enviado à Repartição Diplomática da jurisdição do requerente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Brasileiros em Londres:Forum</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 13:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros na Inglaterra]]></category>
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		<category><![CDATA[comunidade de brasileiros em londres]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido ao grande número de dúvidas que recebemos por e-mail (e também ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devido ao grande número de dúvidas que recebemos por e-mail (e também através dos comentários do blog), decidimos mais uma vez tentar criar um fórum para esclarecimento de dúvidas e trocas de experiência entre os Brasileiros em Londres.</p>
<p>O fórum ainda esta em fase de teste (Beta, lol) e tem apenas uma categoria: Dúvidas.</p>
<p>Para utilizar o fórum basta visitar o endereço</p>
<p>http://emlondres.com/forum e se registrar para inclusão de dúvidas e comentários.</p>
<p>Vamos lá ver se dessa agora o pessoal participa mais.</p>
<p>Boa sorte e nos encontramos no forum <a href="http://emlondres.com/forum" target="_blank">Brasileiros em Londres</a></p>
<p>Boa Sorte</p>
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		<title>Documento falso:o barato que pode sair bem caro!</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 12:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Imigrante]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[documento falso]]></category>
		<category><![CDATA[legalização na inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte falso]]></category>

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		<description><![CDATA[Falsificar um documento ou casar para ter um passaporte europeu pode s...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falsificar um documento ou casar para ter um passaporte europeu pode ser uma solução tentadora. Mas cada vez mais gente vem tendo problemas com a justiça por causa desse crime.</p>
<p>Quem é brasileiro e mora no Reino Unido há algum tempo já deve ter ouvido falar sobre o mercado ilegal de documentos falsos.</p>
<p>Mas o que parece ser a maneira simples de conseguir ficar por aqui pode acabar virando uma verdadeira “roubada”.</p>
<p>Tudo bem, para quem é apenas cidadão brasileiro, conseguir ficar por muitos anos no Reino Unido de maneira legal não é nada fácil.</p>
<p>Na verdade, são poucas as opções: você precisa estar com seu visto de estudante em dia (e renová-lo constantemente de acordo com as regras do Home Office), ter um visto de trabalho provando que a sua empresa precisa dos seus serviços aqui, ou aplicar para o “High Skills”, onde a sua renda e a sua qualificação é que contam pontos.</p>
<p>E eis que surge um caminho mais “fácil”: falsificação de documentos ou casamentos de conveniência. Mas os riscos das coisas darem errado são grandes.</p>
<p>As duas ações são ilegais e você pode acabar se complicando ainda mais se optar por um destes caminhos.</p>
<h3>casamentos de conveniência</h3>
<p>Foi o que aconteceu com uma jovem de 27 anos de São Paulo que prefere se identificar apenas como Mariana. Para conseguir ficar mais tempo na Inglaterra, ela não pensou duas vezes.</p>
<p>Conheceu um angolano com passaporte português e resolveu se casar. Tudo num acordo. Para ter direito ao passaporte europeu, ela pagou 4 mil libras (cerca de 16 mil reais) ao angolano. “Foi difícil conseguir a grana, mas eu achei que seria um investimento”, lembra.</p>
<p>Mas o que seria a solução para um problema virou uma dor de cabeça. Obrigada a viver com o angolano para manter uma aparência, ela se sentia intimidada pelo marido. “Ele ficava me beijando e aproveitava todas as oportunidades para mostrar que eu teria que ser a esposa dele de fato, mesmo com todo o acordo dizendo que tudo  era falso.” Para piorar, apenas alguns meses depois do casamento ela descobriu que o passaporte que ele dizia ter, na verdade, era uma farsa.“Ele me garantiu que tinha o passaporte, mas quando quis dar entrada no meu documento, descobri que ele ainda precisava de autorização do consulado português. Nem ele tinha o passaporte”, conta.</p>
<p>Farsa desmascarada, ela deixou de viver com ele. Mas aí começou um outro problema, pedir o divórcio. Depois de pagar as 4 mil libras, ela ainda precisou arcar com todo o processo para se ver livre legalmente dele, mais 500 libras (em torno de 2 mil reais). Com tanta despesa e psicologicamente abalada, o jeito foi voltar para o Brasil. “Acabei me dando muito mal com toda essa história. No início, o marido ou esposa por conveniência parecem pessoas confiáveis. Mas depois a gente vê que nem tudo sai conforme o combinado.”</p>
<p>O processo de separação ainda não foi concluído porque o marido angolano desapareceu. E agora, vivendo em São Paulo, Mariana tenta se esquecer dessa fase complicada da vida.</p>
<h3>Documentos falsos</h3>
<p>Outra tática para ficar por aqui é a da documentação falsa. Mas isso está se tornando uma idéia cada vez mais perigosa.</p>
<p>Depois dos atentados terroristas de 2005, a polícia britânica vem fechando o cerco e intensificando as investigações. De acordo com um último levantamento feito pela Scotland Yard, existem cerca de 170 grupos falsificando passaportes que já foram monitorados.</p>
<p>Em setembro de 2006, dois brasileiros foram condenados a cinco anos de prisão depois que a polícia descobriu uma fábrica de documentos falsos.</p>
<p>Em janeiro deste ano, mais prisões envolvendo brasileiros. Sete foram presos em Hackney, no leste de Londres, alguns acusados de falsificação e outros por portarem documentos falsos.<!-- odiogo-notts-begin -->
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		<title>Brasileira Presa Na Inglaterra</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 10:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde na Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Imigrante]]></category>
		<category><![CDATA[Vistos]]></category>
		<category><![CDATA[brasileira presa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[documento falso]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava arrumando as coisas por aqui e no meio de revistas velhas encon...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava arrumando as coisas por aqui e no meio de revistas velhas encontrei essa reportagem do ano passado, é velho eu sei, mas acho que vale a pena publicar para o pessoal saber que nem tudo é maravilha na terra da rainha.</p>
<p>É uma reportagem da revista Real de Janeiro/2008.</p>
<p>A Real entrevistou com exclusividade uma brasileira condenada por tráfico de drogas e presa na cadeia de Morton Hall, em Lincoln. Em março, ela termina de cumprir sua pena e será deportada para o Brasil.</p>
<p>A oportunidade de ganhar um bom dinheiro numa única viagem à Inglaterra e resolver problemas financeiros foi a motivação de Bia (nome fictício), 51 anos, para aceitar a oferta. Mesmo com medo, ela decidiu correr o risco pensando nas 10 mil libras que receberia. No entanto, o plano deu errado e ela cumpre, desde o dia 16 de julho de 2005, sua pena na cadeia de Morton Hall, em Lincoln, por tentar entrar no Reino Unido com um quilo de cocaína na bagagem.</p>
<p>Condenada a 6 anos de prisão em setembro de 2005, Bia foi beneficiada por uma lei britânica, que permite ao réu cumprir metade da sentença menos quatro meses e meio, o que significa que no próximo dia 3 de março ela encerrará a pior fase de sua vida, quando será deportada de volta ao Brasil. Nunca um ano novo foi tão esperado como este 2008: o ano da liberdade.</p>
<p>Segundo o Consulado Brasileiro, 90 brasileiros estão presos hoje em cadeias no Reino Unido, a maioria deles por tráfico de drogas ou por falsificação de documentos. Aos patrícios que acham que vale a pena correr o risco de ser “mula”, gíria usada no mundo do crime para quem transporta drogas, Bia manda o seu recado: “Nenhuma quantia, maior que seja, vale o direito de ter a liberdade sem regras.”</p>
<p><strong>Real </strong>- Como era a sua vida no Brasil antes de vir para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Vivia em São Paulo, onde nasci, com minha mãe, meus dois irmãos e meu filho. Meu pai faleceu há 13 anos. Sou formada em Pedagogia e trabalhava em uma escola com crianças de 1 a 6 anos de idade. Trabalhei lá de 2000 a 2003 e foi um período muito bom, mas a escola faliu e tivemos que fechar as portas.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- O que a levou a correr o risco de participar de um esquema internacional de tráfico de drogas?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Estava desempregada e procurando emprego mais ou menos durante dois anos, até janeiro de 2005, quando conheci, através de uma amiga, um pessoal que mexia com drogas. Eles me mostraram qual era a estratégia para trazer a droga até a Inglaterra. Não aceitei de cara não, pedi um mês para pensar. Mas as minhas dívidas iam acumulando e de repente apareceu a oportunidadepara eu e minha amiga comprarmos uma escola montada com 80 alunos fixos. Pedi a ela dois meses de prazo. Eu teria que entrar com R$ 10 mil e minha amiga com outros R$ 10 mil. Melhor oportunidade impossível! Foi quando aceitei trazer a droga para eles. Não foi fácil aceitar e trazer a droga, mas com todo medo aceitei, mas jurei que seria a primeira e última vez!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Quanto você receberia pela operação e o que você teria que trazer para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Eu traria um quilo de cocaína e receberia £ 10 mil, daria em torno de R$ 40 mil!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- O seu contato na Inglaterra seria brasileiro ou estrangeiro?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Nigeriano.</em></p>
<p><strong>Real </strong>- Algum amigo ou conhecido já participara desse esquema antes?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Ninguém que eu conheça fazia este esquema antes. Eu fiquei sabendo através de um amigo e uma amiga que conheciam este pessoal, mas eles próprios nunca fizeram. Eles apenas apresentavam as pessoas e ganhavam 500 libras.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Você contou o que faria para alguém no Brasil antes de vir para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Não contei para ninguém, nem para minha família.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Você já havia saído do Brasil antes de vir para a Inglaterra?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Eu havia saído do Brasil para passear na Espanha, fiquei dois meses em Málaga.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Me conte o que aconteceu quando você chegou ao aeroporto. Como e quando foi a sua prisão?<br />
<strong>Bia</strong>:<em> Bom, quando cheguei ao aeroporto fiquei em uma fila da imigração. Quando chegou a minha vez me conseguiram um intérprete português. Me fizeram muitas perguntas e eu respondi todas friamente, pois sabia que não podia falhar. Depois de um tempo um agente pediu que eu o acompanhasse para checar minha mala, meu corpo e fazer um teste de xixi. Aí eu sabia o que aconteceria. Eu fui presa no dia 16 de julho de 2005.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Quem foi a primeira pessoa que você contatou após ser presa?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>A primeira pessoa com que eu falei foi a minha mãe.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Você teve alguma ajuda da Embaixada ou do Consulado brasileiro em Londres desde o ocorrido? Você tem advogado?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Advogado eu não tenho, aqui eles ofereceram um, mas depois da minha sentença, ele nunca mais me procurou. Quanto a Embaixada, sempre que peço, eles me ajudam me enviando roupas de frio e algumas revistas.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Como você foi tratada pela polícia inglesa? Houve algum excesso por parte da polícia no seu interrogatório ou depois, na prisão?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Não posso reclamar, pois me trataram muito bem, creio que os oficiais ingleses são todos muito humanos.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Quando foi o seu julgamento e que pena você terá que cumprir?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>O meu julgamento foi em 30 de setembro de 2005 e recebi uma sentença de seis anos. Mas aqui (na Inglaterra) tem uma lei que você cumpre somente metade da sentença menos quatro meses e meio e é deportado para o seu país. Então minha sentença termina em 3 de março de 2008, graças a Deus, ufa!</em></p>
<p><strong>Real </strong>- Qual foi o período mais difícil nesses mais de dois anos presa?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Foram os seis primeiros meses, pois é muito estranho, quase ninguém fala a sua língua. Nos seis primeiros meses fiquei perdida, mas depois a gente se acostuma e creio que vou sentir um pouco de saudades, pois vou deixar várias amigas aqui.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Como é a sua rotina na cadeia? Você fez amizades? Estuda? Como faz para passar o tempo?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Fiz muitas amizades, eu estudo e trabalho no restaurante. Aqui para mim não é rotina, pois a gym (academia) oferece vários tipos de esportes, aeróbica, jazz e exercícios físicos. Esta prisão é “semi-open”, não existem celas. Cada uma de nós tem um quarto grande com banheiro e chuveiro, temos TV 14 polegadas e armário embutido na parede. Eu tenho rádio com cassete, CD e DVD. Nenhuma presa divide o quarto com outra. Aqui somos 320 mulheres de toda parte do mundo.</em></p>
<p><strong>Real </strong>– Você tem acesso às notícias do Brasil? Tem acesso à internet?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Tenho acesso a notícias do Brasil só quando o Consulado ou vocês me mandam revista. Não temos acesso à internet.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>– Você recebeu visitas de amigos ou familiares durante esse período na cadeia?<br />
<strong>Bia</strong>:<em> Nunca recebi visitas de amigos nem da família, bem que gostaria!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Depois que cumprir a pena, você será deportada para o Brasil. O que pensa sobre o seu futuro?<br />
<strong>Bia</strong>:<em> Bom, quanto ao meu futuro não sei, pois agora vou chegar mais endividada ao Brasil e só peço a Deus todos os dias que me abra uma porta para um trabalho, realmente não sei o que fazer!</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Tem medo de ser discriminada no Brasil por pessoas que conhecem a sua história?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Medo de ser discriminada não! Pois pretendo explicar a todos que as prisões aqui são bem diferentes que as do Brasil! E para comprovar vou levando rádio, DVD, roupas diferentes e principalmente dois certificados que tenho!!! Um de inglês e outro de matemática. E estou tentando o certificado de “Level 1 English” (Inglês nível 1) que talvez eu consiga terminar em fevereiro. Aqui eu tirei o máximo de proveito, aprendi culturas diferentes, costumes, danças e creio que de alguma forma eu adquiri experiência de vida!!!</em></p>
<p><strong>Real </strong>- O que você diria às pessoas que estão em dificuldade financeira e pensam em se arriscar para ganhar “dinheiro fácil”?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>Eu digo para que não façam isto, pois nenhum dinheiro do mundo vale a nossa liberdade. E quando se faz uma loucura dessa, fazemos sofrer todos aqueles que nos amam, pois só eu sei o quanto sofre a minha mãe, meu filho e meus irmãos.</em><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Real </strong>- Qual o seu maior sonho hoje?<br />
<strong>Bia</strong>: <em>O meu maior sonho é terminar a minha sentença, voltar pra minha família, esquecer o ontem e procurar viver dignamente o amanhã, pois nenhuma quantia, maior que seja, vale o direito de ter a liberdade sem regras.</em></p>
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		<title>Ajuda em Londres &#8211; NAZ</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 11:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sofia Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Imigrante]]></category>
		<category><![CDATA[Aids]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda em londres]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros em Londres]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<h4>Naz Vidas &#8211; Ajuda em Londres</h4>
<p>A ONG, além de promover reuniões, oferece apoio aos portadores de HIV e também divulga, por meio de visitas e panfletos, assuntos relacionados à saúde sexual.</p>
<p>Com o objetivo de oferecer à comunidade de língua portuguesa em Londres um apoio psico-emocional, o Naz Vidas – parte do projeto Naz Project London –lançou o Grupo Vidas.</p>
<p>O grupo, que se reúne uma vez por mês, foi criado para oferecer um espaço agradável e seguro onde pessoas soropositivas (com HIV) possam se encontrar para obter apoio. “Conversamos sobre saúde sexual, tentamos melhorar a auto-estima, discutimos alguns pontos pertinentes à comunidade e também tentamos promover o lazer”, explicou o coordenador do Naz Vidas, José Resinente.</p>
<p>Segundo ele, a organização, além de promover essas reuniões, oferece apoio aos portadores de HIV e também divulga, por meio de visitas e panfletos, assuntos relacionados à saúde sexual. “Visitamos lugares, fazemos distribuição de preservativos e também prestamos serviços de saúde, encaminhando aqueles que nos procuram às clínicas associadas”, enfatizou Resinente, alertando que os serviços são gratuitos e também disponibilizados àqueles que estão em situação irregular no Reino Unido.</p>
<p>De acordo com Resinente, a Inglaterra possui cerca de 70 mil pessoas portadoras de HIV, sendo a grande maioria – ou seja, mais de 80% &#8211; residente em Londres. “No entanto, um terço desse número não sabe que são infectados por medo do resultado do teste ou mesmo por desinformação”, disse o coordenador do Naz Vidas.</p>
<p>O Naz Vidas tem um time de funcionários treinados, disponíveis para oferecer consulta e treinamento em vários aspectos de informação sobre HIV/AIDS e saúde sexual. A organização oferece também um serviço de encaminhar pessoas que desejam fazer um check-up de saúde sexual ou precisem de tratamento para quaisquer doenças sexualmente transmissíveis às clínicas. “Muitas vezes a comunidade de língua portuguesa não sabe falar inglês. Por esse motivo, quando necessário, fazemos também o trabalho de tradução”, explicou Resinente.</p>
<h4>Serviço:</h4>
<blockquote><p>Naz Project London<br />
Palingswick House &#8211; 241 King Street<br />
W6 9LP<br />
Telefone: 020 8741 1879<br />
www.naz.org.uk</p></blockquote>
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